
A presidente da Comissão de Mulheres do Congresso da República, Elizabeth Medina, disse ser a favor da Proposta do executivo para introduzir a castração química como penalidade para pessoas condenadas por estupro de menores.
“Pessoalmente, apoio este projeto, porque medidas drásticas já precisam ser tomadas diante desses eventos que vêm ocorrendo em nosso país”, disse ele à Agência Andina.
O legislador do Perú Libre argumentou que seria “irresponsável” aumentar a pena de morte para esses casos, uma vez que isso implicaria que o Perú deveria se retirar do Pacto de San José.
No entanto, a legisladora disse que ainda não discutiu essa proposta com sua bancada, já que alguns viajaram para seus círculos eleitorais para a semana de representação, que começa amanhã.
Por outro lado, ela garantiu que a Comissão das Mulheres vai propor uma iniciativa legislativa que permitirá que estupradores recebam sanções imediatas em casos flagrantes e não apenas prisão preventiva, como foi o caso do 'Monstro de Chiclayo', que sequestrou e estuprou uma menina com menos de 3 anos.
PROJETO DE LEI ESTÁ PRONTO E SERÁ DISCUTIDO NA QUARTA-FEIRA
De acordo com o ministro da Justiça e Direitos Humanos (Minjusdh), Felix Chero, o projeto de lei do Poder Executivo sobre castração química para estupradores está pronto e será discutido na próxima quarta-feira, no Conselho de Ministros.
“Preparamos o projeto de castração química para estupradores juvenis, devemos aprová-lo no Conselho de Ministros na quarta-feira e leve-o ao Legislativo. Esse tópico nos leva a uma reflexão profunda. Há uma reação geral, a esses atos hediondos, ao estupro estatutário”, disse em entrevista à Exitosa.
Ele destacou que a aprovação deles dependerá do Congresso da República e que eles não estão fechados para receber novas propostas das legislaturas para lidar com esse tipo de caso.
“Nossa conta segura é perfeita. O Legislativo tem de fazer o seu trabalho e com certeza haverá propostas”, frisou.
OUVIDORIA DESTACA QUE MEDIDA É INEFICIENTE
A advogada adjunta para crianças e adolescentes da Ouvidoria, Matilde Cobeña, destacou que a castração química para estupradores juvenis, proposto pelo Poder Executivo, é “ineficiente”.
Ele observou que “não há evidências” de que esse método possa contribuir para a redução do abuso de crianças e adolescentes. Além disso, ele ressaltou que sua implementação poderia ter consequências legais para o país.
Por outro lado, Cobeña acredita que as autoridades devem “focar” na implementação de medidas preventivas, o que contribuiria para a redução desses crimes.
“Devemos nos concentrar em tomar medidas para prevenir a violência. O que acontece, por exemplo, para implementar a Educação Sexual Integral (ESI), o que acontece em ter uma educação com foco no gênero, onde (...) todos aqueles que vão à escola ou uma criança que vai para a educação inicial, ou crianças em suas próprias casas, sabem que ninguém pode violá-los (...) ferramentas educacionais adequadas para que nenhum menino ou menina possa ser violado”, disse.
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