
Já se passaram quase duas semanas desde que o início da paralisação do transporte foi anunciado. , semanas que foram preenchidas com protestos e incidentes infelizes. Embora tenha havido uma redução no preço da maioria dos alimentos, esses valores podem continuar sendo maiores do que aqueles atualmente se acostumando a gastar famílias.
Estes são os preços dos principais alimentos da cesta básica, de acordo com o aplicativo Mi Caserita do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Irrigação peruano:
- A batata amarela custa uma média de solas S/3,5. O preço mais alto é no supermercado Tottus Zorritos, onde fica a S/6,29 soles. Antes do aumento, a batata custava S/2 a S/2,50 por quilo.
- A cebola ruiva custa entre solas S/ 2,5 e S/3.5. O preço mais baixo está no supermercado Tottus em Huaylas; e o mais caro do mercado na Avenida Bolivar, com solas S/4. Antes do aumento, esse produto custava S/2 por quilo.
- A mandioca amarela custa entre as solas S/ 4.5 e S/5. O preço parece ter sido mantido para este produto. O preço mais caro (S/6) é registrado no mercado Jesús María y Bolivar.
- As ervilhas mostraram uma redução no preço, agora estão sendo compradas a uma média de s S/7,00 por quilo.
- A cenoura está custando entre as solas S/3 e S/7. Embora o preço continue alto, é muito menor do que o registrado na semana passada: solas S/20. Ao mesmo tempo, muitos mercados da capital estavam passando por escassez no produto.
- Os ovos nos mercados têm um preço de S/8,00 por quilo, mas nos supermercados pode subir até solas S/16.
Preço do supermercado
- Arroz: entre solas S/4 e S/7, por quilo.
- Óleo: entre solas S/8 e S/13, por garrafa.
- Açúcar: média de S/ 4,50 solas, por quilo.
No caso de frango, carne e peixe, os preços também permanecem altos. Estes são os relatados na mídia local:
- Frango: S/9 solas de frango inteiro e solas S/10 em pedaços, aproximadamente.
- Carne de lombo: entre solas S/ 18 e S/22, o quilo.
- Bom: solas S/4, o quilo.
- Jurel: S/ 5 solas, el quilo.
- Cavala: S/ 3 solas, o quilo.
- Guisado: entre solas S/16 e S/23, por quilo.
- Sancionado: entre solas S/16 e S/28, por quilo.
EXPLICAÇÃO DO AUMENTO DE PREÇOS
O economista Jorge Carrillo Acosta destaca que o aumento do preço do frango, em particular, é uma consequência direta do aumento internacional do milho e do trigo.
“Quando a pandemia começou houve um problema de abastecimento, porque estávamos todos confinados à casa e depois o mesmo valor não foi vendido. Mas quando as restrições terminam, houve uma demanda excessiva global e isso fez com que o preço do milho disparasse. E foi normal devido ao contexto da pandemia, mas era esperado que se normalizasse em 2022. No entanto, com a questão da Ucrânia e da Rússia, o problema foi detonado novamente, porque a Rússia e a Ucrânia estão entre os 5 maiores produtores de milho do mundo, eles são conhecidos como o celeiro da Europa”, apontou para este meio de comunicação.
No caso dos vegetais, influenciou muito o aumento do preço internacional do petróleo.
“No Perú, somos importadores líquidos, 80% do petróleo que consumimos é importado. O preço internacional nos afeta muito porque o preço da gasolina, diesel e outros derivados de GLP aumenta. Isso torna mais caro trazer para você, por exemplo, cebolas de Arequipa para Lima ou trazer limões de Piura para Lima ou trazer vegetais de Huancayo Jauja para Lima”, explicou o economista.
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