
Nesta terça-feira Mario Escobar, pai de Debanhi, informou que dois vídeos que poderiam ter capturado Debanhi minutos depois de caminhar até as instalações da empresa de transporte em que ele entrou estão desaparecidos. Ele também informou que até agora a Alcoa Transportes Internacionales não divulgou as razões pelas quais ambas as gravações capturadas por suas câmeras de segurança são perdidas.
Durante uma conferência de imprensa, Escobar disse: “A empresa Alcoa não justificou que alguns minutos de vídeo, que são muito importantes depois que minha filha caminhou até a empresa para pedir ajuda, desapareceram magicamente, dois vídeos que estão frente a frente. Eles têm oito câmeras.”
A empresa se tornou um peça-chave na investigação do caso de Debanhi depois que vídeos de um hotel foram revelados, nos quais foi registrado que a jovem entrou na empresa de agenciamento de carga para supostamente buscar ajuda. Nas imagens, a estudante de direito é vista atravessando o outro lado da rodovia Monterrey-Laredo depois de descer do táxi em que viajava, após o que caminhou 20 metros para chegar ao prédio da Alcoa, de onde não foi pega saindo.
O site foi pesquisado por elementos enviados pela Procuradoria-Geral da República (FGJ) do estado de Nuevo León, no entanto, durante a inspeção, nenhuma evidência de Debanhi foi encontrada. Ontem, a menina de 18 anos foi encontrada sem vida em uma cisterna no Motel Nueva Castilla, e é por isso que seu pai considera que todos os vídeos dos transportes são evidências vitais para esclarecer se sua filha chegou de boa vontade ao local onde foi encontrada.
Além disso, Mario Escobar disse que o FGJ não investigou suficientemente o papel de Juan David Cuéllar, motorista do veículo em que Debanhi estava viajando, no caso. O pai da jovem suspeita que o motorista possa ser responsável pela morte de sua filha, já que recentemente saiu um vídeo mostrando como ele estende a mão aos seios de Debanhi, então ele tem certeza de que o jovem de 18 anos saiu do táxi por assédio.
Sobre o assédio de que sua filha foi vítima, Escobar disse: “Eu acuso publicamente Juan David Cuellar de detonar isso, porque isso fez com que minha filha saísse do táxi, que não deveria ter descido porque era um táxi alugado”. Ele explicou que teve acesso ao vídeo que mostra o motorista assediando Debanhi há apenas dois dias, devido à maneira hermética com que o FGJ realizou a investigação.
Vale ressaltar que antes de ter acesso à gravação mostrando parte da interação entre Debanhi e o motorista, o pai da jovem já havia afirmado que pretende solicitar uma audiência com Juan David, para que ele possa fazer as devidas declarações e as autoridades possam detectar possíveis contradições no para declarar.
Anteriormente, os amigos de Debanhi também faziam parte das testemunhas chamadas para depor, porque estavam com ela na festa que ela participou antes de desaparecer. Em entrevista à Mafian TV, Mario Escobar expressou seu desejo de falar com eles novamente, até embora a tenham deixado no meio da rua. Até agora ele só conhece sua versão dos acontecimentos através das declarações que deram ao Ministério Público.
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