
Kenia López Rabadán, senadora do Partido da Ação Nacional (PAN), tomou posição contra o deputado federal do Partido Revolucionário Institucional (PRI), Carlos Miguel Aysa Damas, depois de o responsável ter declarado que apoiaria a reforma da eletricidade proposta pelo presidente Andrés Manuel López Obrador ( MUNIÇÃO).
A panista apresentou a decisão de Aysa Damas e observou em sua conta no Twitter: “Deixe o congressista Aysa saber que votarei contra seu pai ser embaixador. Ele decidiu vender seu voto a favor do #LeyBartlett, em troca de dinheiro e poder vulgares. Por vender seu voto, ele será marcado em Campeche e em todo o país como traidor. #AysaTraidorALaPatria”.
Os comentários do legislador vieram depois que o deputado comunicou através de sua conta no Facebook que, devido ao seu compromisso com o povo e não com os caprichos e interesses dos outros, votaria a favor da reforma morenoista.
Nessa publicação, que alcançou 14.000 reações e 6,8 mil comentários, afirmou ainda que sua decisão não se baseou em uma questão de favoritismo, argumentando que chegou a essa conclusão depois que os 12 pontos aprovados pelo Conselho Político do PRI foram incluídos no parecer de reforma.
Entre os elementos acrescentados estavam “a eletricidade como um direito humano, reduzindo as contas de eletricidade para 43 milhões de famílias; bem como iluminação pública, bombeamento de água agrícola e potável, e acabar com o saque e fraude de milhões de dólares por empresas estrangeiras, mas sempre mantendo o investimento privado legal”.
Além disso, convidou seus outros camaradas a repensar seu voto para o desenvolvimento do México e enfatizou: “Não posso agir por capricho ou por mandato autoritário do meu partido, mas do lado certo da história”.
Por sua parte, o presidente nacional do PRI, Alejandro Moreno, chamou o deputado federal de traiçoeiro e ressaltou que parte de sua decisão foi devido ao cargo de embaixador que o chefe do executivo havia oferecido a seu pai, Moreno respondeu: “Nem uma embaixada, nem subornos, nem chantagem serão o suficiente para olhar de frente para a nação que traiu”.
Kenia López também não hesitou em afirmar que votará contra Carlos Miguel Aysa González, ex-governador de Campeche e pai de Damas, para embaixador. Deve-se notar que os conflitos entre os Aysas com os partidos da coalizão Va por México eclodiram, precisamente, por causa da oferta de López Obrador.
As polêmicas surgiram depois que o Ministério das Relações Exteriores (SRE) anunciou em 17 de janeiro de 2022 que o presidente havia sugerido novas nomeações para representações mexicanas em países estrangeiros.
Entre as propostas do presidente estavam os nomes de Claudia Pavlovich (ex-governadora do PRI de Sonora) e o de Aysa González, que foi indicada por AMLO como a nova embaixadora da República Dominicana.
Por outro lado, esta semana o Senado anunciou que a nomeação do ex-presidente do Campeche seria adiada até novo aviso, depois de conhecida a resolução da Câmara dos Deputados sobre a reforma da AMLO.
Em relação à decisão de Aysa Dumas, houve também quem a aplaudiu “coragem, consistência e honestidade política”. O morenista e antigo deputado do PRI, Ignacio Mier Velazco, celebrou as palavras de Carlos Miguel e salientou que “a dignidade não é comprada nem vendida, é defendida”.
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