Christian Cueva e o possível duelo com a Dinamarca: “Não é uma revanche, é uma oportunidade que Deus me dá”

O flyer culminou como o artilheiro do 'bicolor' no processo de qualificação com 5 pontos, além de ser um jogador-chave na criação do jogo.

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A seleção peruana ficou em quinto lugar nas eliminatórias sul-americanas depois de vencer a seleção paraguaia no último dia. Isso permitiu que ele entrasse automaticamente na repescagem pré-Copa do Mundo no Qatar 2022. Se ele passar por esta fase, ele repetiria o grupo na prova da copa do mundo com a Dinamarca, uma partida que é lembrada pelo pênalti perdido por Christian Cueva. Precisamente, o folheto falou sobre essa possibilidade, bem como outras questões relacionadas.

“Para mim , não é uma revanche. Essa é uma oportunidade que Deus me dá, comentou 'Aladdin' em entrevista conduzida pelo programa 'Futebol na América'. Ele então reconheceu que a equipe continua esperançosa de se classificar para a Copa do Mundo. Ilusão e sonho estão sempre lá. Sempre sonhamos com esse momento. Estamos perdendo uma etapa. Teríamos gostado de nos qualificar direto porque sempre dependemos de nós”, acrescentou.

O atual jogador do Al-Fateh, da Arábia Saudita, viveu um dos momentos mais críticos em seu tempo na seleção nacional naquela partida contra os dinamarqueses na primeira rodada da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. A partida foi de 0 a 0 até Christian sofrer uma falta na área do adversário. Ele mesmo decidiu levar o pênalti, mas mandou o futebol vários metros acima do gol defendido por Kasper Schmeichel. Isso provocou uma onda de críticas dos fãs de sua pessoa que durou todos esses anos.

O jogo completo da falta peruana ao volante com revisão VAR e pênalti | Vídeo: Perfre /Latina

Para esta ocasião, se o elenco nacional passar na repescagem, eles terão a oportunidade de cruzar novamente com a 'Dinamite Vermelha' e com a França. Como se para lembrar o que aconteceu na Copa do Mundo anterior e, por que não, oferecer um melhor desempenho para vencer as partidas.

REPECHAJE

Agora, sobre a repescagem, o 'bicolor' jogará contra a Austrália ou os Emirados Árabes Unidos em uma única partida em 13 de junho em Doha, no Qatar. Nesse sentido, Cueva conhece este país, porque está localizado perto de onde trabalha atualmente e conhece o clima quente. “O tempo está complicado. Por um lado, é isso, mas, por outro, com nossos companheiros de equipe, sempre nos preparamos para qualquer tipo de cenário, com muito frio, quente, com bons cursos, cursos ruins. Então, todas essas coisas vão ter que vir à mente porque não crescemos jogando em uma mesa de sinuca”, disse.

Como mencionado acima, entre australianos ou emiratis, o rival do 'branco e vermelho' sairá, embora o meio-campista não tenha preferências. Nesses casos você não vê qual rival seria melhor para nós, mas que quem vier temos que respeitá-lo, e com muita paz e humildade sair e jogar o jogo que, para nós, o jogo mais importante de nossas vidas”, disse.

MOMENTO DE FUTEBOL

Por outro lado, o jogador de 30 anos também falou sobre seu momento excepcional no futebol, que ele diz não ser a primeira vez que o tem, já que em São Paulo (2016, 2017 e 2018) ele também ofereceu uma ótima versão. “Eu discordo muito da imprensa lá. Na verdade, fala-se muito sobre os bons momentos de hoje, mas o bom momento não é hoje. Eu tive isso em algum momento da minha vida também em São Paulo. Mas eu sempre disse, para falar sobre algo que você tem que descobrir e ver as coisas bem. Nesse caso, você tem que ver as estatísticas”, disse.

Infobae

De fato, se analisarmos os números do 'Cholito' no 'Tricolor', podemos confirmar que sua permanência neste plantel foi mais do que excelente. Em 87 partidas disputadas, ele marcou 20 gols e forneceu 18 assistências. Estatísticas que excedem em muito o que foi exibido em outras equipes, embora em Al-Fateh não esteja longe de atingir esses recordes, devido ao fato de que, no momento, ele tem 16 gols e 15 passes de gol em 38 partidas.

Da mesma forma, ele se referiu ao dom de jogar futebol, que tem sido aprimorado ultimamente com trabalho físico extra a ponto de suportar a forte marca dos defensores rivais. “Sempre agradecerei o talento que Deus me deu. O jogador de futebol peruano, é do bairro, que vem da rua e joga lá. Mas não só eu, muitos têm isso no sentido dessa vivacidade”, disse.

O panfleto lembrou o pênalti perdido contra os dinamarqueses e se referiu à seleção peruana, tanto na repescagem quanto em seu momento atual. | Vídeo: GTT Deportes/Football in America

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