
Após o recente aumento da inflação que afetou o México, atingindo 7,72%, um dos maiores números anuais registrados no país desde janeiro de 2001, aqui anunciaremos quais produtos foram impactados, ou seja, que lidam com os preços mais altos.
De acordo com o diário econômico, durante a primeira quinzena de abril de 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) divulgou uma variação em relação à quinzena anterior de 0,16%, a menor das últimas sete quinzenas, embora superior à do mesmo semestre de 2021 de 0,06%.
O aumento geral dos preços foi o resultado de um aumento de 0,44% no componente subjacente (o que exclui itens cujos preços flutuam amplamente, como energia e alimentos não processados).
Quais são os produtos em ascensão?
*Tomate (16,65%)
*Frango (1,74%)
*Tortilha de milho (1,14%)
* Gasolina de baixa octanagem (0,80%)
*Pacotes de serviços turísticos (9,36%)
Em contraste, os produtos ou serviços que se destacaram devido à queda em seus preços foram:
*Cebola (13,50%)
*Limão (17,28%)
*Gás doméstico (1,75%)
*Banana (7,12%)
Segundo o relatório, os estados com maior inflação quinzenal foram: Chihuahua (+0,70%), Colima (+0,69%), Aguascalientes (+0,58%), Jalisco (+0,58%) e Durango (+0,58%); enquanto as entidades com menor inflação foram Tabasco (-1,68%), Nuevo León (-0,98%); Campeche (-0,79%), Quintana Roo (-0,75%) e Coahuila (-0,73%).
À medida que a inflação no país acelerou, superou as expectativas do mercado e fortaleceu as do banco central, que continuará a subir a uma taxa de juros básica.
A inflação central, considerada um parâmetro melhor para medir a trajetória de preços por eliminar produtos altamente voláteis, registrou uma variação de 7,16%, também acima do esperado.
O Banco de México, que tem uma meta de inflação permanente de 3% +/- um ponto percentual, elevou a taxa de referência em um total de 250 pontos base em suas últimas sete reuniões de política monetária para seu nível atual de 6,5%.
Sua próxima decisão está marcada para 12 de maio e os analistas antecipam um novo aumento de 50 pontos base, de acordo com a pesquisa mais recente de projeções econômicas do grupo financeiro Citibanamex.
Somente nos primeiros 15 dias de abril, os preços cresceram 0,16%, enquanto o índice subjacente apresentou uma taxa de 0,44%. Os produtos que sofreram mais aumentos na quinzena foram o tomate e a gasolina de baixa octanagem, disse o INEGI. (Relatório de Noé Torres).
Por sua vez, a inflação no México acelerou durante o mês de março e atingiu uma taxa anualizada de 7,45%, a mais alta em duas décadas, pressionada por aumentos de preços no transporte aéreo, serviços turísticos e alguns alimentos básicos da dieta mexicana, como abacates.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apresentou um aumento de 0,99% em março, em relação ao mês anterior, o que elevou a taxa anualizada ao maior recorde desde 2001, informou nesta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (INEGI). Em fevereiro, a inflação anualizada havia sido de 7,28%.
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