
Nesta quarta-feira, 20 de abril, a Marinha da Colômbia anunciou que no meio de uma operação no Chocoan Urabá, 13 migrantes foram resgatados, incluindo três menores, que se transportavam em um barco ilegal que supostamente pretendia chegar à costa do Panamá.
A Marinha informou que durante as operações de patrulhamento e controle marítimo nas proximidades da vila de Sapzurro, Chocó, no Golfo de Urabá, foi detectado um barco pilotado por dois compatriotas que procuraria atravessar a fronteira ilegalmente, transportando 10 Cidadãos venezuelanos e duas crianças menores de Nacionalidade peruana.
Esse evento levou a Força Naval do Caribe, por meio de uma Unidade de Reação Rápida anexada à Estação da Guarda Costeira de Urabá, a perseguir o barco por esse setor fronteiriço, que há alguns meses se tornou um dos corredores pelos quais milhares de migrantes de diferentes nacionalidades se tornaram um dos corredores através do qual milhares de migrantes de diferentes nacionalidades embarcam em sua jornada pela América Central com o objetivo de chegar à fronteira sul dos Estados Unidos.
“A tripulação da Estação da Guarda Costeira de Urabá, cumprindo a missão de salvaguardar a vida humana no mar, passou a transportar estrangeiros com segurança para o Posto Avançado de Sapzurro, Chocó, onde foram colocados à disposição da Migração Colômbia”, disse a Marinha Nacional, que garantiu que, assim que chegassem à embarcação verificou o estado de saúde das pessoas, que não tinham a documentação comprovando sua entrada no país.
Ele também indicou que os dois colombianos que estariam no comando do navio a motor foram colocados à disposição do Ministério Público de Acandí pelo suposto crime de migrantes e o barco foi imobilizado e entregue às autoridades competentes, buscando assim resolver um dos problemas que tornar-se mais importante no país e isso gerou uma crise humanitária nesta região de fronteira.
A Marinha está constantemente realizando operações nesta região em que migrantes da África, Caribe e Ásia passaram por diferentes situações, como crises sociais e econômicas em seus países de origem ou atos de violência, com os quais buscam embarcar em sua jornada para os Estados Unidos em a fim de encontrar melhores condições de vida e uma estabilidade que não é fornecida por suas nações.
“A Marinha da Colômbia, por meio da Força Naval do Caribe, continuará realizando operações nesta região do país para combater o transporte ilegal de migrantes, salvaguardando a vida humana no mar e o uso legal dos mares e rios para o desenvolvimento de atividades marítimas seguras”, concluiu a força naval.
Tragédias ocorreram neste setor, como o naufrágio de um barco em outubro passado em que pelo menos três migrantes morreram e cinco desapareceram, incluindo três menores, as vítimas foram três mulheres, dois haitianos e um cubano que procuraram chegar às praias do Panamá.
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