
O ex-presidente da República, Pedro Pablo Kuczynski (PPK) seria libertado após o juiz encarregado de seu caso, Jorge Chávez Tamariz mudou sua ordem de prisão domiciliar, tudo isso por causa do caso Westfield Capital, ligado ao caso de lavagem de dinheiro da empresa brasileira Odebrecht.
De acordo com a resolução, obtida pela RPP Notícias, a medida foi tomada porque o prazo para o mandado de prisão domiciliária expira neste domingo, 10 de abril, pelo que o juiz ordenou que a custódia policial fosse levantada.
Dessa forma, o juiz aceitou o pedido feito pelo procurador José Domingo Pérez, integrante da Equipe Especial da Lava Jato, para PPK enfrentará sua sentença mandatada para comparecer com restrições à investigação que o segue em seu caso.
REGRAS DE CONDUTA
Jorge Chávez Tamariz determinou que o PPK deve cumprir certas disposições de conduta entre si em primeiro lugar, está proibido de se comunicar com co-acusados, deve comparecer ao tribunal a cada 30 dias para relatar suas atividades, está proibido de se ausentar do Metropolitan Lima, a menos que tenha autorização judicial, também está proibida de reportar à mídia sobre este caso e deve ser submetida à autoridade judicial e fiscal quando necessário.
Além disso, ele não será proibido de se envolver em atividades políticas direta ou indiretamente por falta de motivação.
Por outro lado, o magistrado marcou para esta segunda-feira, 11 de abril, uma audiência virtual, onde será avaliada no final do pedido do procurador José Domingo Pérez para ordenar o impedimento da saída do ex-presidente do país por 36 meses.
Deve-se notar que o ex-presidente pesa dois mandatos de comparecimento com restrições e está impedido de deixar o país por 12 e 30 meses. como parte das investigações que continuam a ser acompanhadas pelos casos da Rodovia Interoceânica Sul, ligada à Odebrecht, e o financiamento de sua campanha presidencial em 2016.
PPK DIZ QUE SOFRE DA MESMA DOENÇA QUE ALBERTO FUJIMORI
Além disso, há algumas semanas, PPK alertou que sofre da mesma doença cardíaca, fibrilação ventricular, que o ex-presidente Alberto Fujimori e que foi o motivo em 2017 para conceder ele perdão humanitário ao seu antecessor.
Isto foi afirmado por Kuczynski durante o julgamento em curso contra o ex-congressista Kenji Fujimori, filho de Alberto Fujimori, por supostas negociações irregulares para obter esse benefício para seu pai.
“Se a fibrilação ficar fora de controle, pode levar à morte, (porque) eu mesmo sofro de fibrilação ventricular, e é por isso que há dois anos eu tenho um marcapasso. Então, sim, é um perigo”, disse.
O ex-governante, em prisão domiciliar há três anos por mais um caso de alegada corrupção na Odebrecht, respondeu aos juízes e advogados dos acusados e recusou-se a recordar o texto do relatório pedindo o perdão humanitário para Fujimori.
De qualquer forma, reconheceu o conhecimento da doença sofrida pelo ex-presidente, condenado a 25 anos de prisão pelos massacres em Barrios Altos (1991) e La Cantuta (1992), bem como pelo sequestro de um jornalista e empresário em 1992.
Quando questionado sobre a rota seguida pelo perdão no Executivo, Kuczynski disse que não poderia “responder exatamente”, embora tenha explicado que “passa pelo ministro do ramo”.
“Acho que o ministro (da Justiça, Enrique) Mendoza deveria ter verificado comigo sua aprovação”, explicou.
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