
Na sequência das declarações do Primeiro-Ministro Aníbal Torres sobre o trabalho e a formação do Polícia Nacional Peruana (PNP), o PNP deliberou sobre relatórios de inteligência do DINI que alertaram sobre os supostos saques e ataques nas instalações durante os protestos de 5 de abril.
Estes foram tomados como apoio pelo governo para decretar a imobilização social obrigatória naquele dia em Lima e Callao.
Em um comunicado em sua conta no Twitter, o PNP especificou que apenas “sugeriu avaliar a relevância ou não” de estabelecer imobilização social obrigatória em 5 de abril. Eles também observaram que o relatório policial enviado ao Executivo com sua opinião sobre o assunto “não é vinculativo”.
“Em 4 de abril, o Gabinete do Conselho de Ministros se reúne, informado por informações de inteligência (DINI) que em 5 de abril a situação de violência em Lima e Callao pioraria e pioraria. Considerando esses desenvolvimentos, o chefe do Setor do Interior (Alfonso Chávarry) solicita parecer técnico da Polícia Nacional Peruana sobre a possibilidade de declarar imobilização social obrigatória na região metropolitana de Lima e Callao”, diz o comunicado.
“Nesse contexto, a Polícia Nacional sugeriu avaliar a relevância ou não da possibilidade de prever a imobilização social obrigatória a ser realizada das 02:00 às 23:59 horas do dia 5 de abril de 2022, conforme especificado no relatório nº 062-2022-CG-PNP/COMASGEN-OFIPOL, enviado em carta oficial oficial Nº 196-2022-CG PNP/SEG de 4 de abril de 2022, documentos que não são vinculativos”, disse o PNP.
Declarações de Aníbal Torres
Recorde-se que na quarta-feira, 6 de abril, o presidente do Conselho de Ministros, Aníbal Torres, afirmou que o decreto supremo que declara a imobilização social obrigatória para terça-feira, 5 de abril, foi devidamente fundamentado e apoiado. Ele disse que isso foi apoiado por dois relatórios de inteligência, um da Polícia Nacional e outro de natureza secreta.
“Nossa polícia, devemos admitir, não existe o suficiente (...). Só dou um exemplo, eles viram, pela mídia aqui e no exterior, que sete policiais não podem prender uma pessoa”, disse Aníbal Torres em seu comentário sobre a atuação do PNP durante manifestações impulsionadas pelo aumento dos preços de vários produtos.
Torres explicou que a carta 196-2022-GC-PNP, assinada pelo diretor da Polícia Nacional, PNP General Vicente Tiburcio, alerta para a possibilidade de saques e saques na região metropolitana de Lima e Callao e que por isso recomenda que a imobilização social seja declarada entre as 2h e as 11h59 Terça à noite. O primeiro-ministro também mencionou o Relatório de Inteligência 028-2022 durante a conferência de imprensa, mas não leu porque era de natureza secreta.
No entanto, uma investigação jornalística revelou que o governo Pedro Castillo usou dois documentos de inteligência, que não foram mencionados pelo primeiro-ministro, para declarar o Decreto Supremo que ordenou o toque de recolher em 5 de abril.
REAÇÃO DO MINISTRO DO INTERIOR
As declarações de Aníbal Torres também despertaram a discordância do ministro do Interior, Alfonso Chávarry. O ministro destacou o trabalho dos policiais e destacou o trabalho registrado durante as manifestações mais recentes.
À noite, após a coletiva de imprensa, Chávarry respondeu: “Eu não concordo com isso. Eu não concordo. No Perú há democracia e todos falam o que pensam e eu vou dizer que não concordo com essa posição porque conheço a Polícia Nacional em segundo plano. É uma instituição histórica com grandes profissionais e homens, uma instituição que em um momento em que o Perú a salvou”, disse.
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