
Depois de patrulhar e monitorar a rede pública de internet, a Polícia Cibernética do Ministério da Segurança Cidadã (SSC) detectou potenciais cibercriminosos que estavam oferecendo ingressos apócrifos para eventos de massa por meio das redes sociais.
Como resultado das atividades de vigilância no ciberespaço e em resposta a várias reclamações apresentadas, elementos da Polícia Cibernética descobriram que, em diferentes páginas da Internet e redes sociais, os ingressos para vários eventos são oferecidos a custos abaixo do preço real.
Entre as ofertas atraentes estavam ingressos para shows de artistas da moda, aqueles que estão em alta demanda nas páginas de vendas autorizadas, aqueles oferecidos como última chance, aqueles marcados como esgotado em sites oficiais e aqueles que fingem ser mais baratos do que o preço para o público em geral.

Com a pandemia de COVID-19 parcialmente controlada, os eventos foram gradualmente autorizados a ocorrer novamente onde o afluxo de pessoas é enorme, como é o caso de shows, partidas de futebol, eventos artísticos e culturais, entre outros.
No entanto, a Polícia Cibernética detectou páginas fraudulentas que se disfarçaram de bilheteiras oficiais, o que fraudou as pessoas que compraram os supostos ingressos deles porque, ao tentar entrar em tais eventos, eles não conseguiram acessar porque o ingresso era falso.
Embora a revenda de ingressos seja uma prática comum nesse tipo de evento, há muitos riscos envolvidos na aquisição de um ingresso falso. ; da mesma forma, a incursão de novas tecnologias, como as redes sociais, tornou cada vez mais pessoas vulneráveis a esse tipo de fraude.

Existem diferentes métodos pelos quais os cibercriminosos cometem fraudes na compra de ingressos para eventos de massa. Uma das práticas mais comuns é usar cartões de crédito ou débito clonados e diferentes contas de e-mail.
O modus operandi consiste em comprar ingressos para eventos online com cartões clonados e, uma vez que o ingresso digital é recebido nas contas de e-mail criadas para cometer o crime, o ingresso é oferecido através das redes sociais a um preço mais barato do que nas bilheterias oficiais.
O risco de comprar um bilhete digital de distribuidores não autorizados reside no fato de que, se o proprietário do cartão clonado ou seu banco identificar e relatar uma compra não reconhecida, ele será cancelado e o ingresso perderá sua validade.
Vale ressaltar que, por meio de portais da web, é mais provável que você seja vítima desse tipo de fraude, pois ao comparecer pessoalmente à compra de ingressos físicos nas bilheterias certificadas, solicita identificação oficial e cartão para fazer a compra, ao contrário do que acontece no internet onde só solicita o número do cartão e seus três dígitos de segurança.

Em vista do notável aumento das reclamações, o Ministério da Segurança Cidadã (SSC), por meio da Polícia Cibernética, emitiu recomendações para evitar tornar-se vítima de fraude ao comprar um ingresso online:
-Verifique a autenticação dos sites ou páginas que você navega
-Note que as páginas não estão escritas incorretamente e que as imagens gráficas são de boa qualidade
-Verifique a autenticidade de uma página e leve em consideração que o URL começa com https:, o “S” no final significa que é um site com comunicação criptografada ou “um site seguro”
- Verifique os termos e condições das plataformas ou aplicativos, antes de colocar seus ativos em risco, inserindo dados pessoais e bancários
-Verifique com as plataformas de vendas on-line para descobrir se elas têm uma associação legal com esses aplicativos
Da mesma forma, se os cartões de crédito ou débito forem usados constantemente, é recomendável que você analise frequentemente os extratos da conta para que, se identificar uma compra não reconhecida, informe imediatamente à sua instituição bancária.
A Polícia Cibernética também tem à disposição a cidadania pessoal que ajuda a identificar sites fraudulentos, basta tirar uma captura de tela ou copiar o URL e enviá-lo para essa agência.
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