
O ex-presidente e diretor do partido Liberal, César Gaviria, regressou ao país após uma viagem aos Estados Unidos e procurará resolver nos próximos dias qual candidato poderá manter as bandeiras vermelhas. O balanço é entre Gustavo Petro e Federico Gutiérrez, líderes da intenção de voto nas pesquisas.
Para tomar a decisão, nesta quinta-feira por volta das 3:00 da tarde todos os senadores e representantes eleitos foram convocados para uma reunião em sua casa. Deve-se lembrar que os candidatos acima mencionados e Luis Pérez também estiveram lá.
A reunião seria definir o mecanismo pelo qual decidir qual candidato presidencial apoiar, embora o tempo jogue contra. Os congressistas esperavam que a decisão fosse tomada nesta semana e anunciada nesta sexta-feira, mas os processos internos precisam ser cumpridos.
Além disso, segundo La FM, a reunião teria sido adiada a pedido de Gaviria, que estaria preparando um documento programático definindo as linhas vermelhas a serem consideradas em apoio a um candidato, o que seria diferente da chamada “agenda liberal” que definiram em reuniões com o banco no final de março.
“Isso é bastante dividido, estamos decidindo qual será o mecanismo para tomar a decisão: se será uma votação interna de representantes e senadores ou se podemos delegar repentinamente a decisão ao ex-presidente César Gaviria”, disse o senador Lidio García, principal lista do partido, à Semana revista sobre a discussão que terá os congressistas e o diretor liberal.
Segundo ele, fica decidido que será tomada uma decisão que deve ser cumprida por unanimidade por todos os congressistas para que não haja divisão com a liberdade de apoiar individualmente um candidato. No entanto, há uma divisão clara entre aqueles que vão para Gutierrez ou Petro. Alguns setores até expressaram apoio a Fajardo.
De acordo com a Rádio RCN, alguns congressistas consideram ter liberdade de apoio. Da mesma forma, é possível que a balança se incline mais para Gutiérrez, depois que Petro perdeu espaço entre os representantes. Aparentemente, o candidato da Equipe para a Colômbia lidera entre os senadores e o do Pacto Histórico tem mais terreno na Câmara.
O senador Luis Fernando Velasco, que apoia Petro e procurou integrar a consulta do Pacto Histórico como candidato, acredita que uma decisão oficial do Partido Liberal não será mais possível devido a estatutos e horários.
“Legalmente, o Partido Liberal não terá um candidato oficial e politicamente é claro que a base liberal e aqueles que pensam liberal se sentem mais identificados com a proposta de Gustavo Petro. Espero que a liderança não se afaste do povo liberal”, disse.
Como explicou Velasco, a decisão só poderia ser tomada por convenção ou consulta nacional, como em 2018, mas não há mais tempo para fazê-lo. Além disso, se uma aliança fosse definida, o candidato deveria ter o aval do partido, mas também não é possível porque o prazo para emendas no cartório já foi fechado.
“É claro que a bancada pode produzir um evento político expressando apoio a um candidato, mas essa decisão não força seus congressistas, diretores, deputados, vereadores e muito menos sua filiação, já que o partido não teria candidato oficial ou aliança”, disse o senador.
Gaviria manteve reuniões com Gutiérrez e Petro, mas após a inscrição da fórmula do Pacto Histórico, afastou-se desse setor após declarações de Francia Márquez sobre o que o ex-presidente representa. No entanto, Roy Barreras tentou reconstruir os laços.
Em 2018, o partido Liberal teve Humberto de la Calle como candidato e, no segundo turno, fez parte da aliança que acompanhou Iván Duque à Presidência. Seu apoio, sendo a terceira lista mais votada no Senado e a segunda na Câmara representa um ímpeto para aqueles que optam por apoiar. É, até que a contagem seja confirmada, o assento majoritário no Congresso.
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