
O uso de máscara não é mais obrigatório em espaços abertos na maior parte do país à disposição das autoridades de saúde. Agora, a discussão foi colocada em total eliminação, por um trinado do prefeito de Medellín, Daniel Quintero, que lançou a proposta através das redes sociais.
“É hora de pôr fim ao uso obrigatório de máscaras em espaços fechados, aeroportos e sistemas de transporte de massa”, escreveu o presidente em uma mensagem no Twitter que rapidamente despertou as reações dos usuários.
Várias pessoas responderam favoravelmente ao trinado de Quintero porque não querem mais usar a máscara que é norma há mais de dois anos, desde o início da pandemia de covid-19 no país. Outros, por outro lado, tiveram medo e pediram apoio epidemiológico e científico para aceitar sua proposta.
De qualquer forma, não é uma possibilidade inovadora. Apenas nos últimos dias surgiram notícias de vários países que levantaram o uso obrigatório de máscaras em espaços fechados, devido ao baixo número de mortes associadas à covid-19. Embora, vale a pena notar, medidas extremas, como confinamentos rigorosos na China, também tenham sido vistas.
Por exemplo, o governo espanhol já tomou a decisão de eliminar a exigência de máscaras na maioria dos espaços fechados, como supermercados, teatros, academias, restaurantes, entre outros. As empresas serão autônomas para manter essa medida entre seus trabalhadores. Só será mantido em locais sanitários e em transporte público de forma obrigatória.
Nos Estados Unidos, o status obrigatório havia começado com o mandato de Joe Biden, há mais de um ano, mas foi suspenso por ordem judicial. Uma decisão controversa constatou que o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) — principal órgão federal de saúde — havia excedido sua autoridade na imposição da exigência, que se aplica a aviões, trens, metrôs e ônibus, entre outros.
Mas seguindo pedidos de várias companhias aéreas e governos republicanos, um juiz declarou ilegal a obrigação federal de usar máscaras no transporte público nos Estados Unidos na segunda-feira, depois de uma dura batalha nos tribunais. O governo, por meio da porta-voz Jen Psaki, garantiu que foi uma decisão decepcionante e que a recomendação era continuar seu uso.
França, Inglaterra e Bélgica já levantaram o uso obrigatório de máscaras nos seus países; enquanto Itália, Portugal e Grécia o farão durante a última semana de abril e início de maio, com base na incidência da pandemia.
A Organização Mundial da Saúde, por sua vez, de acordo com análises globais do comportamento da pandemia, manteve a categoria do vírus e pediu medidas de cuidado continuado, como a máscara.
“É errado acreditar que menos casos significam que há menos risco. Estamos felizes por haver menos mortes, mas esse vírus nos surpreendeu no passado, então temos que acompanhá-lo o tempo todo”, disse o diretor de emergências de saúde da OMS, Mike Ryan, citado pela Agência EFE.
De acordo com a revista Semana, a decisão de suspender ou manter o uso da máscara de forma obrigatória cabe ao Ministério da Saúde, que não fez nenhuma determinação a esse respeito. Portanto, não pode ser um presidente local que pode modificar as medidas de proteção.
A pandemia deixou mais de 139.000 mortos na Colômbia, mas desde março as mortes associadas ao vírus caíram, para 2 mortes no último relatório, ambas em Medellín. Da mesma forma, de acordo com o químico David Bautista em uma análise publicada pela Razón Pública, 89% das pessoas no país (dados do Instituto Nacional de Saúde) tiveram contato com o vírus, o que representa imunidade que pode levar à superação da pandemia.
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