
A organização Center for a Free Cuba (CCF) expressou sua satisfação na quinta-feira com a suspensão da participação da Rússia no Conselho de Direitos Humanos da ONU e pediu que a mesma ação seja tomada com China, Cuba e Venezuela, entre outros países.
A exclusão da Rússia é baseada em “violações grosseiras e sistemáticas dos direitos humanos” cometidas pelas tropas russas na Ucrânia.
“O Centro para uma Cuba Livre (CFC), uma organização colaboradora na Cúpula de Genebra para os Direitos Humanos e Democracia, saúda e se junta ao apelo da UnWatch para expulsar China, Cuba, Eritreia, Líbia, Mauritânia e Venezuela do Conselho de Direitos Humanos da ONU”, disse John Suarez, diretor executivo do Centro para um Cuba Free, em um comunicado.
Suarez acrescentou que “agora é a hora de limpar o disfuncional Conselho de Direitos Humanos para que ele possa cumprir seus deveres neste momento crítico”.
A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a iniciativa liderada pelos EUA com 93 votos a favor, 24 contra e 58 abstenções.
O CFC, com sede em Washington, mencionou que Cuba, que foi eleita para o Conselho em 2020, mesmo ano em que a Rússia, China e Paquistão entraram, foi um dos 24 países que votaram contra a suspensão da Rússia, incluindo a Nicarágua.
“Os eventos dos últimos dois meses demonstraram o erro de legitimar esses regimes que são ativamente hostis aos padrões internacionais de direitos humanos”, disse o CFC.
O regime cubano “está na vanguarda de minar os padrões internacionais de direitos humanos há décadas”, acrescentou.
A resolução que suspendeu a Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU foi aprovada esta quinta-feira com 93 votos a favor, 24 contra e 58 abstenções.
Diante da maior parte da comunidade internacional, liderada pelos EUA e seus aliados ocidentais, o governo de Vladimir Putin foi apoiado por regimes na Venezuela, China, Coréia do Norte, Irã, Síria e Cuba.
O representante do regime de Pequim argumentou que a resolução não foi redigida abertamente e que a medida contra Moscou adicionará combustível ao fogo.
A maior parte dos votos que rejeitaram a resolução veio da Ásia, com votos contra a China, Coreia do Norte, Irã, Cazaquistão, Quirguistão, Laos, Síria, Tajiquistão, Uzbequistão, Vietnã.
(Com informações da EFE)
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