Estado do México: Três sequestradores foram condenados a mais de 50 anos de prisão

Dois dos condenados operavam para a mesma gangue criminosa, enquanto o outro indivíduo fazia parte de um grupo criminoso diferente.

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ACAPULCO, GUERRERO, 03FEBRERO2021.- La Fiscalía General de la República arrestó en una casa Mario Marín, ex gobernador de Puebla, quien es acusado de torturar a la periodista Lydia Cacho, en el año 2006.  
FOTO: CARLOS ALBERTO CARBAJAL/CUARTOSCURO.COM
ACAPULCO, GUERRERO, 03FEBRERO2021.- La Fiscalía General de la República arrestó en una casa Mario Marín, ex gobernador de Puebla, quien es acusado de torturar a la periodista Lydia Cacho, en el año 2006. FOTO: CARLOS ALBERTO CARBAJAL/CUARTOSCURO.COM

Autoridades do Estado do México condenaram dois sequestradores que operavam na entidade a 50 anos de prisão, enquanto outro recebeu uma sentença de 57 anos, que também realizou sequestros na demarcação.

Por meio de declarações, a Procuradoria-Geral da República (FGR) informou sobre as sentenças de cinco anos recebidas por José “M”, e Ana “R”, ambos membros da mesma quadrilha criminosa, que foram considerados culpados dos crimes de privação ilegal de liberdade e posse de armas de fogo para uso exclusivo do Forças armadas.

De acordo com as informações fornecidas pelo Ministério Público, os sujeitos foram presos em uma casa localizada em San Vicente Chicoloapan, Estado do México, graças a uma operação conjunta realizada por agentes do Ministério Público Federal, da Polícia Ministerial Federal (PFM) e da Criminal Agência de Investigação (AIC).

Os condenados foram detidos em posse de uma arma longa e uma revista, que foram colocados à disposição do Ministério Público Federal, que posteriormente os vinculou ao julgamento e defendeu sua sentença.

Todos los sentenciados incurrieron en más de un delito (Foto: Cuartoscuro)

“Após o processo judicial correspondente, o juiz no caso proferiu condenações contra José “M” e Ana “R”, considerando-os criminalmente responsáveis pelo crime de sequestro agravado (cometido por um grupo de pessoas, através da violência) e pelos diversos tipos de posse de armas de fogo para o exclusivo uso do Exército, Marinha e Força Aérea, pelos quais foram condenados a 50 anos de prisão”, informou a agência.

Por outro lado, um homem identificado como Eduardo “C”, foi condenado a 57 anos de prisão pelos crimes de sequestro e crime organizado, pois o Ministério Público conseguiu verificar seu envolvimento em delitos cometidos contra várias pessoas no município de Nezahualcoyotl, Estado do México.

Eduardo “C” foi preso em outubro de 2013, ano em que foi acusado de sequestrar duas pessoas, além de pertencer a uma quadrilha criminosa dedicada a essa atividade, de modo que a acusação iniciou um processo para provar sua responsabilidade nos eventos.

Na sequência do processo correspondente, Eduardo “C” foi condenado pelos crimes de crime organizado (com a finalidade de cometer crimes de sequestro, sem funções de gestão) e sequestro (em ofensa a duas vítimas), impondo (uma) pena de 57 anos de prisão no CEFERESO 14, “CPS-Durango” e oito mil 250 dias de multa equivalente a 506.385 pesos”, dizia o comunicado.

Los tres vinculados a proceso habrían asesinado a un hombre en Huixquilucan (Foto: SS Edomex)

Da mesma forma, a Procuradoria Geral do Estado do México (FGJEM) informou que um juiz da entidade vinculou três sujeitos a julgamento por sua suposta responsabilidade pelo crime de sequestro, uma vez que são acusados de terem privado sua liberdade de um homem que foi encontrado sem vida em Huixquilucan dentro de seu veículo 10 de abril de 2021.

De acordo com o Ministério Público mexicano, os sujeitos teriam interceptado sua vítima quando ele deixou sua casa localizada na cidade de Santiago Yancuitlalpan, de onde foi transferido para o local do Rio Borracho, na Avenida Zacamulpa Sur, em Huixquilucan.

Depois de encontrar o corpo, as autoridades mexicanas integraram a pasta de investigação correspondente ao caso, o que resultou na localização dos três sujeitos: “É por isso que J osé Omar “N”, Juan Carlos “N” e Julio César “N” foram presos e admitidos na Penitenciária e Social Juan Fernández Albarrán Centro de Reintegração, em Tlalnepantla, onde foram colocados à disposição da Autoridade Judiciária”, informou a agência.

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