Uma adolescente foi incendiada em Barranquilla por tentar defender uma amiga do abuso do parceiro

Segundo a mãe do menor, não foi um acidente, como se acreditava desde o início, mas uma tentativa de homicídio

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Nos últimos dias, ficou conhecido o caso de uma menina de 16 anos que teria sido afetada com queimaduras em várias partes do corpo pela explosão de um cilindro de gás.

No entanto, as autoridades na investigação minuciosa dos eventos descobriram que estes não aconteceram como foram divulgados ao público, uma vez que seria uma suposta tentativa de assassinar o menor em Barranquilla.

A polícia estabeleceu que tudo teria acontecido por causa da briga de um casal em que a jovem queria acompanhar uma de suas amigas. Mais tarde, diz-se que o marido da amiga havia pulverizado gasolina no quarto onde estavam e depois começou a atear fogo nela, segundo a mãe da vítima.

Ele também deixou claro que não foi um acidente, mas um possível caso em que eles queriam matar a filha. “Isso não foi acidental, nem eles estavam jogando. Eles jogaram isso nele, por causa de todos aqueles que estavam na casa eles só queimaram minha filha, eles queriam matá-la. Isso não vai ser o caso, porque minha filha vai ficar marcada para a vida”, disse ela enquanto esperava a filha se recuperar.

As autoridades disseram que teria sido uma briga e não por causa da explosão de uma garrafa de gás, como se pensava desde o início.

A condição da menina afetada é crítica e até quarta-feira à noite ela permaneceu em terapia intensiva e sob um prognóstico reservado na Clínica Adelita em Char, tendo 45% de seu corpo queimado.

Uma pessoa próxima à adolescente contou como o incidente havia acontecido, indicando também que, diante dos procedimentos médicos que a menina de 16 anos havia tentado realizar, ela teve três pré-infartos.

O que aconteceu já está sob as lentes das autoridades da infância e da adolescência, que em breve procurarão esclarecer o que aconteceu. No entanto, parece que o casal envolvido mudou de local de residência, após o que, conforme indicado pela mãe da vítima, o caso seria encaminhado para Dijín com a intenção de emitir uma circular pela Interpol como estrangeiros.

Até agora, o paradeiro do casal é desconhecido e, ao mesmo tempo, o menor queimado chama a atenção dessa situação ocorrida no bairro de La Pradera, na capital do Atlântico, há alguns dias.

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