
Daniel Usuga, também conhecido como 'Otoniel', ex-chefe do Clã do Golfo, tinha ligado à Jurisdição Especial para a Paz o ex-Comandante das Forças Militares, o general aposentado Leonardo Barrero de supostamente ter ligações com grupos paramilitares localizados nas planícies orientais, ele também alegou que o General recebeu subornos e trabalhou para essa organização criminosa.
Por sua vez, o soldado aposentado rejeitou enfaticamente as alegações de 'Otoniel' e informou que vai impor uma ação legal contra o ex-chefe criminoso do Clã do Golfo.
“Devo declarar publicamente que irei às autoridades competentes para exigir justiça, diante da calúnia e insulto a que fui submetido, produto de uma tentativa do pseudônimo 'Otoniel' de enganar os judiciários e o país, através de mentiras vis em um disfarce grosseiro de verdade”, disse o general aposentado Barrier.
Os militares também comentaram que o apelido “Otoniel” está fazendo está atrasando sua extradição com mentiras “como seus antecessores fizeram”. Ele também destacou que em nenhum momento recebeu dinheiro de grupos ilegais e que a prova disso está nos arquivos do JEP.
“Estou plenamente convencido de que nem a Jurisdição Especial para a Paz e, em geral, nenhuma das autoridades, que estiveram envolvidas na luta contra o horror que o tráfico de drogas representa para o meu país, permitirão que as mentiras usadas por esse criminoso se tornem a fonte de uma nova injustiça para as vítimas. do conflito”, mencionou o general aposentado Leonardo Barrero.
Por fim, ele destacou que tem respeito pelas vítimas que deixaram o conflito armado e sua disposição e compromisso com a verdade.
Em relação a mais informações geradas sobre Daniel Usuga alias 'Otoniel', na última terça-feira, 22 de março às 9h, a audiência de Dairo Antonio Úsuga, vulgo Otoniel perante a Jurisdição Especial para a Paz (JEP), foi agendada para a audiência de Dairo Antonio Úsuga, vulgo Otoniel perante a Jurisdição Especial para a Paz (PEC), no entanto, teve que ser suspensa pela juíza Nadiezhda Henríquez, por considerar que não lhes foram dadas as condições para responder às declarações do líder do Clã do Golfo e que foi chamado como testemunha na investigação sobre o conflito armado em Urabá.
A audiência foi marcada na sede de Dijin, na capital colombiana, mesmo local onde ele está detido desde sua captura. No momento do início, a defesa do pseudônimo Otoniel e do JEP pediram ao magistrado que ocorresse em condições de total privacidade, pois esperavam que Úsuga fosse capaz de fazer algumas declarações mais amplas e detalhadas de alguns fatos.
É por esse motivo que a Polícia Nacional foi solicitada a não fazer parte da guarda e não estar presente na audiência, condição que não foi cumprida pelas autoridades por considerarem que as condições de segurança não estavam sendo atendidas, então invadiram o complexo duas vezes, sendo este o razão pela qual a juíza Nadiezhda Henríquez suspendeu o processo.
Pela segunda vez consecutiva, a presença das autoridades impediu que a audiência ocorresse normalmente. Nesta última ocasião, apesar das advertências diretas da Polícia de Dijin, os policiais se recusaram a deixar o local por razões de segurança nacional. Um major da polícia, diante do interrogatório da magistrada, garantiu a ela que a porta deve estar sempre aberta.
É importante notar que Úsuga fazia parte do Exército de Libertação Popular (EPL) e das Forças Unidas de Autodefesa da Colômbia (AUC) que cometeram crimes na área de Urabá, por isso foi chamado a declarar no caso 04, que se refere à situação territorial da região de Urabá durante o conflito armado que aconteceu lá por muitos anos. A princípio, o pseudônimo Otoniel se recusou a testemunhar, mas depois de receber várias cartas das vítimas reconhecidas pelo JEP, ele decidiu dar sua versão de vários fatos.
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