
Mais uma vez, o regime de Daniel Ortega na Nicarágua atacou a Colômbia e a chamou de “narcoestado”, no âmbito da reunião da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, mais conhecida como FAO, a ser realizada no Equador na segunda-feira, 28 de março.
O Ministério das Relações Exteriores da Nicarágua fez as duras críticas àquele país por meio de uma carta veemente enviada ao Panamá. Desta vez, o governo de Ortega questionou o de Duque por se opor a Manágua, capital da Nicarágua, sendo o vice-presidente na reunião da FAO.
De acordo com a Colômbia, o regime de Ortega está ameaçando a democracia, e é por isso que a reunião da organização baseada em Roma (GRULAC), deve ser realizada em outro lugar. Esses comentários causaram a rejeição daquela nação centro-americana, considerando as alegações de nosso país “desrespeitosas e interferentes”.
“Nosso país, que age com total respeito às suas leis internas (...) denuncia os crimes constantes, violações de direitos humanos, terrorismo, violações dos Acordos de Paz, assassinatos de líderes sociais, fraudes eleitorais e a formação do funcionamento do narcoestado colombiano”, disse o Ministério da Relações Exteriores daquele país.
Nessa declaração dura, eles até apontam que “a Colômbia usa seu território para patrocinar (...) grupos terroristas para alterar a paz” na Venezuela e “assassina seus cidadãos impunemente, cujas famílias enviamos nossa solidariedade”, acrescentaram.
Em outro lugar, o governo nicaraguense se defendeu contra a denúncia do Ministério das Relações Exteriores da Colômbia e garantiu que, embora existam evidências demonstrando graves violações dos direitos humanos, eles supostamente cuidam de seus cidadãos e respeitam a democracia.
Além disso, eles não perderam a oportunidade de lembrar o governo de Iván Duque de vários dos infortúnios que enfrentou desde que chegou ao poder em 2018.

Além disso, chegaram a mencionar os vários casos de brutalidade policial ocorridos nas diferentes manifestações nos últimos anos: novembro de 2019, setembro de 2020 e de abril a junho de 2021. “Em muitos deles, a responsabilidade dos membros da Polícia Nacional Colombiana foi observada. Da mesma forma, houve violações dos direitos humanos envolvendo membros das forças militares”, acrescentaram, onde usaram várias figuras (sem fontes) para expor críticas à nação.
Além disso, eles até dizem que o paramilitarismo na Colômbia cometeu vários assassinatos, recrutou menores para a guerra e despojou “quase 800.000 hectares de terra”.
E como cereja no bolo, a Nicarágua mencionou o escândalo de supostas fraudes eleitorais ocorridas nas últimas eleições legislativas de 13 de março e responsabilizou o “poder oligárquico” por “roubar votos” no país. “Eles ignoraram a vontade popular, realizando fraudes eleitorais nas eleições”, concluíram.
As questões entre as duas nações surgem no âmbito da 3ª sessão da FAO para a América Latina e o Caribe, na qual Manágua aspira a ocupar a vice-presidência, decisão com a qual o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia, liderado pela vice-presidente Marta Lucia Ramírez, discorda.
A carta completa abaixo:
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