
Como resultado das complicações que a pandemia trouxe nos últimos tempos, e apesar dos esforços para garantir que a maioria da população mundial seja vacinada, alguns países decidiram recentemente implementar novas e mais rigorosas medidas de segurança, especialmente para a entrada de turistas em seus territórios. Em alguns, as políticas podem ser mais flexíveis do que em outras. Mas há controle em todos, por mais mínimo que seja.
Há alguns meses, a ministra das Relações Exteriores, Marta Lucía Ramírez, pediu às autoridades mexicanas que pensassem em um novo procedimento que poderiam implementar para a entrada de turistas colombianos. A ideia, como ele comentou na época, era encontrar uma solução para evitar que as pessoas viajassem para os Estados Unidos e fossem internadas lá. De acordo com uma reportagem da revista Forbes, no ano passado entre 6.000 e 7.000 turistas, dos 1,5 milhão que viajaram, não foram admitidos. Esse número é bastante alto se você tiver em mente que a Espanha, por exemplo, só impediu a entrada de aproximadamente 900 turistas.
Segundo o vice-presidente da Colômbia, esse novo procedimento impedirá que muitas pessoas, cidadãos do país, percam seus pacotes de hotéis, suas passagens e todo o esforço despendido no objetivo de cumprir sua viagem. Ele explicou, em entrevista à Blu Radio, que este é um processo eletrônico com o qual as companhias aéreas devem se equipar e implementar quando os colombianos compram passagens para o país asteca. As empresas de viagens, por sua vez, devem informar as autoridades mexicanas sobre essas compras, com a intenção de que os agentes de migração mexicanos possam realizar os respectivos procedimentos para verificar se os viajantes cumprem ou não as condições exigidas para a entrada no país.
O México tem sido um dos países mais atingidos pelo vírus na América Central, mas também foi um dos países que teve menos controle sobre a chegada de viajantes. Assim, após superar os picos mais altos da Covid-19, entre os últimos meses de 2021 e o primeiro de 2022, o país asteca enfrenta um novo surto causado pela variante Ómicron. No entanto, eles mantêm seus espaços aéreos abertos e mantêm os requisitos mínimos que foram implementados desde o início da pandemia. Agora, a pedido do ministro das Relações Exteriores da Colômbia, eles estão implementando uma nova estratégia para o controle dos colombianos, que estão crescendo em número, em seu território.
A partir de abril deste ano, os novos regulamentos entrarão em vigor e serão revisados pelo Instituto Nacional de Migração Mexicana, de acordo com os acordos acordados entre os ministérios das Relações Exteriores da Colômbia e do país asteca. Por enquanto, os turistas domésticos não precisam de visto, mas precisam ter o passaporte atualizado. Um resultado negativo de um teste de PCR não é obrigatório, mas é recomendável realizar um pré-teste para descartar qualquer presença do vírus, por menor que seja, e assim evitar que ele se espalhe ainda mais.
Os colombianos também devem ter o documento Multiple Immigration Form (MMF), emitido pelas autoridades mexicanas no momento da entrada. Uma cópia é para eles e outra para os viajantes. Este documento protege os turistas pelas leis de imigração por até 180 dias. Da mesma forma, será necessário apresentar os respectivos vouchers de voo, de ida e volta, e a garantia de que a estadia está de acordo com as informações fornecidas.
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