Rússia avisa que países que enviam armas para a Ucrânia criam problemas

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Moscou, em 17 de março, a Rússia alertou hoje que os países que fornecem armas à Ucrânia, entre os quais mencionou a Eslováquia, criam eles próprios “problemas diretos”. “Se essa decisão for tomada, e isso se aplica não apenas à Eslováquia, mas também a outros países, eles criam problemas para si mesmos... Eles criam problemas diretos para si mesmos com as próprias mãos”, observou a secretária de imprensa da diplomacia russa Maria Zakharova. Diplomata russo comentou sobre as notícias da imprensa que Bratislava permitiu enviar à Ucrânia sistemas de mísseis antiaéreos de produção soviética em declarações no canal Solovyov.Live Youtube Zakharova observou que atualmente “não podemos falar sobre o processo de negociação ativo” com o Ocidente, existem apenas “certos contatos sobre certos problemas que surgem”. Ele evitou comentar as declarações do ministro das Relações Exteriores polonês, Zbigniew Rau, que disse que a Polônia poderia substituir a Rússia no G20. “Não quero comentar todas essas afirmações hipotéticas, porque não faz sentido ou conveniente, é o que eles gostariam. Se dependesse da vontade deles na Terra, eles permaneceriam eles mesmos “, disse o porta-voz. Ele explicou que a decisão da Rússia de deixar o Conselho da Europa com restrição de seus direitos na organização. “Eles (o Conselho da Europa) restringiram nossos direitos como membros desta organização, simplesmente restringiram nossos direitos: ser violado, pagar deduções, não ser capaz de defender nosso ponto de vista... ninguém quer ser um menino ou uma menina de derrubar”, disse Zakharova. Ele disse que o site do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, bem como outras agências governamentais, foi submetido a ataques Dos (negação de serviço) 24 horas por dia nas últimas duas semanas. Em 24 de fevereiro, o presidente russo, Vladimir Putin, lançou uma “operação militar especial” na Ucrânia para “desmilitarizar e desnazizar” um país vizinho, uma campanha condenada pela comunidade internacional, que levou à retirada de mais de 3 milhões de refugiados. CABEÇA mos/ig