
No Vale do Cocora, localizado no município de Salento (Quindío), é produzida cerca de 65% da água consumida pelos quíndios, de modo que as autoridades locais e ambientais alertaram que o grande afluxo de turistas que ocorre nessa área natural pode causar danos irreversíveis a esse ecossistema , foi assim que o Noticias Caracol o conheceu.
E é que, de acordo com as notícias, somente na semana da Páscoa havia filas de até 1.500 veículos relatados por horas na entrada do município de Salento para entrar no Vale do Cocora. Portanto, especialistas alertaram que esse turismo descontrolado afetaria a riqueza natural da área.
Por sua vez, a prefeita de Salento, Beatriz Díaz Salazar, disse ao Noticias Caracol que o pedido que está sendo feito para regular o turismo no Vale do Cocora não é uma questão de perseguição contra os promotores turísticos do departamento, mas, pelo contrário, é uma forma de buscar um equilíbrio entre o meio ambiente. e o turismo, a fim de evitar danos ambientais irreversíveis.
“Eu sempre disse isso, é um santuário, é algo que não podemos violar ou continuar a destruir”, disse Salazar às câmeras de notícias.
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Dado o panorama, a alternativa proposta pelas autoridades locais ao meio ambiente é que a Corporação Autônoma Regional (CAR) de Quindío estabeleça um plano de gestão para a bacia do rio Quindío, bem como um estudo da capacidade de carga que o Vale do Cocora pode receber, a fim de determinar a capacidade de visitantes permitida.
A este respeito, o diretor da CAR Quindío, José Manuel Cortés, assegurou ao Noticias Caracol que o estudo de capacidade de carga será lançado, enquanto, por enquanto, a Corporação será responsável por estruturar “os termos de referência para reformular e ajustar o Plano de Gestão do Regional Integrado Distrito de Gestão (DRIM) de Salento”.
Vale ressaltar que a preocupação com o excesso de turistas no Vale do Cocora e as implicações ambientais que isso pode ter, surgiu depois que na última sexta-feira, 15 de abril, uma das palmeiras de cera da reserva natural caiu sobre um veículo particular que estava estacionado em um dos estacionamentos da área.
Embora a família a quem o veículo pertencia felizmente não tenha sido encontrada dentro do carro KIA Picanto ION com placas JEY-763, a infraestrutura do veículo foi completamente esmagada “tornando-se praticamente inútil”, segundo o jornal El Quindiano.
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Após o incidente, centenas de usuários através das redes sociais informaram que a queda da palma de cera é um indicador que mostra a falta de controle ambiental e cuidado na área por parte das autoridades locais.
De fato, em uma das denúncias, eles garantiram que a queda da emblemática planta colombiana aparentemente estaria relacionada à falta de cuidados de saúde para evitar que pragas ou doenças destruam esses espécimes.
No momento, as autoridades de Salento aguardam que o CAR Quindío tome medidas sobre o assunto e garanta a conservação do Vale do Cocora, limitando a capacidade dos turistas.
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