
Nesta terça-feira, 19 de abril, a iniciativa presidencial para garantir que o lítio seja para uso exclusivo da nação está sendo discutida no Senado da República. Dada a importância que esse mineral poderia ter na economia nacional, o banco Morena explicou quanto esse metal poderia valer em comparação com a dívida externa do México.
Após a recusa do presidente Andrés Manuel López Obrador (AMLO) à Reforma da Eletricidade na Câmara dos Deputados, no domingo 17, na manhã desta segunda-feira 18, o presidente nacional apresentou sua nova reforma à Lei de Mineração, que promove a exploração, exploração e exploração de lítio e sua economia cadeias de valor a serem usadas exclusivamente para o Estado mexicano.
Também propõe a criação de um órgão público autônomo para garantir que o Estado possa tirar proveito de todas as vantagens que esse metal possa atrair. Assim, a Câmara dos Deputados, em nova votação, aprovou a reforma com 298 manifestações a favor, 197 abstenções e zero contra.
Como parte do protocolo parlamentar, as atas aprovadas em San Lazaro foram enviadas ao Senado, onde se espera que seja ratificada; no entanto, antes que isso aconteça, o senador Alejandro Armenta, presidente da Comissão de Finanças e Crédito Público, assumiu o atributo de explicar, de acordo com geologia especulações, quanto são equivalentes às reservas de lítio no México.
Durante sua apresentação, Armenta Mier destacou que, de acordo com as concessões de mineração feitas em relação ao lítio, esse mineral é tão abundante que poderia cobrir a dívida externa do México várias vezes.
Para se ter uma ideia, o valor a que se refere é de 49,5 trilhões de pesos: “A dívida externa do nosso país é de 11 trilhões de pesos, para que pudéssemos pagar qualquer dívida dentro de um período que, em questões financeiras, foi estabelecido”.
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