
O Paraguai anunciou nesta terça-feira que o certificado de vacinação não será um requisito obrigatório para os viajantes que entram no país, pois eles poderão enviar um teste de coronavírus negativo feito dentro de 48 horas antes da viagem.
Isso foi confirmado pelo Diretor Geral de Migração do Paraguai, Ángeles Arriola, que disse à Radio Monumental que essa condição era “relaxada”.
De acordo com o chefe de Migrações, o teste de vacinação “está dentro dos requisitos”, mas não é mais obrigatório. “Aqueles que não têm a vacina definitivamente ou que têm doses incompletas, trazendo um PCR (praticado) dentro de 48 horas antes, poderiam entrar no país”, explicou.
Ele também destacou que essa exigência costumava ser “exclusiva, não hoje” e explicou que a decisão aborda “o que está acontecendo em todo o mundo”.
O Ministério da Saúde Pública e Previdência Social publicou nesta terça-feira uma atualização sobre os requisitos de saúde para entrada no país, segundo a qual os viajantes com mais de 12 anos de idade sem comprovante de vacinação devem apresentar um teste covid com resultado negativo.
O documento foi divulgado um dia depois de o Executivo ter revogado a declaração de emergência sanitária devido à pandemia em vigor desde março de 2020, que pôs fim ao uso obrigatório da máscara.
As novas medidas são conhecidas num momento em que os números de infeções e mortes por covid-19 ainda estão a cair no país.
O Paraguai registrou 5 mortes e 236 infecções por coronavírus entre os dias 3 e 9 de abril passado. Isso foi relatado no Twitter pelo Ministério da Saúde e Previdência Social em seu relatório sobre a evolução da pandemia, correspondente à semana epidemiológica 14.
O relatório estimou 648.682 o número acumulado de infecções no país e 18.786 mortes até agora devido à pandemia.
Ele também explicou que, durante esse período, 19 pessoas foram hospitalizadas pelo vírus, das quais seis foram internadas em terapia intensiva.
O levantamento da emergência sanitária encerrou o uso obrigatório da máscara e foi devido ao declínio de casos positivos e mortes pelo vírus.
Desta forma, máscaras não serão exigidas em lojas, estabelecimentos privados, restaurantes, escolas, universidades, bem como em eventos sociais, esportivos e religiosos, entre outros.
O Ministério da Saúde esclareceu que manterá a recomendação de usar máscaras “preventivamente e em situações específicas”.
O “uso essencial” de máscaras será solicitado em serviços de saúde públicos e privados, em lares de idosos e pessoas com sintomas respiratórios, explicou o diretor-geral de Vigilância em Saúde, Guillermo Sequera.
Também é “altamente recomendável” usar esta peça no transporte público e em espaços fechados mal ventilados e lotados, acrescentou o funcionário.
Hernán Huttemann, chefe do Gabinete Civil, esclareceu, no entanto, que a lei sobre a declaração de emergência econômica aprovada para mitigar os efeitos da pandemia permanecerá em vigor até junho próximo.
(Com informações da EFE)
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