
Em 12 de abril, pela manhã, a Procuradoria-Geral da República anunciou que, por meio da Direção Especializada contra o Narcotráfico e DST, e do trabalho coordenado com a Marinha Nacional, o Exército Nacional e a agência norte-americana DEA, foi possível identificar e apreender um caminhão que transportava entorpecentes e foi mobilização através do tronco do Caribe em direção à área portuária de Cartagena (Bolívar).
“Cerca de duas toneladas de cocaína que o Clã do Golfo pretendia enviar para a Holanda foram apreendidas. A remessa foi descoberta em um posto de controle, em Maria La Baja, #Bolívar. Ele estava camuflado em um veículo de carga carregando bananas do tipo exportação”, o trino acusador.
Segundo as autoridades, o peso exato da remessa foi de 1.950 kg de entorpecentes. Evidências mostraram que o destino final era a cidade de Amsterdã, na Holanda.
Além disso, a apreensão dos quilos de cocaína no procedimento foi capturado pelo motorista do carro, identificado como Diego Armando Rodríguez Bermudez, que enfrentará acusações de tráfico, fabricação ou transporte de entorpecentes agravados.
Em março, a Marinha realizou operações ofensivas contra o narcotráfico no Caribe colombiano e no Pacífico, através das quais conseguiu a apreensão de 5,4 toneladas de cocaína, “afetando as finanças do Grupo Armado Organizado (GAO) Clã do Golfo, com a perda de mais de 188 milhões de dólares”.
“Essa redução significativa no fornecimento de entorpecentes em todo o mundo foi realizada em três operações focadas em negar o uso do mar como rota de transporte dessas substâncias ilegais, impedindo a distribuição de mais de 13 milhões de doses”, explicou a instituição.
Também observou que os resultados foram alcançados após uma primeira operação que foi realizada em conjunto com a Força Aérea Colombiana e coordenada com a Polícia Nacional, que permitiu a interdição de uma embarcação suspeita que se deslocava sobre o Golfo de Morrosquillo e tripulada por dois sujeitos de nacionalidade colombiana, transportando 1.606 kg de cloridrato de cocaína, 420 galões de combustível, equipamentos de comunicação e 1.758.000 pesos colombianos em dinheiro. O alcalóide parece pertencer ao Clã do Golfo.
Outra operação foi realizada no Pacífico colombiano, onde foram apreendidos 438 kg de cloridrato de cocaína. Os procedimentos foram realizados em meio a patrulhas militares de registro e controle no município de Bajo Baudó, Chocó. Nessas ações, as autoridades conseguiram localizar uma embarcação suspeita, sem nome, que ficou encalhada a cerca de cinco milhas náuticas acima da cidade de Playa Nueva, que continha o alcalóide.
Cerca de 3,4 toneladas de cloridrato de cocaína também foram apreendidas e transportadas para a América Central em um navio do tipo “Vai Ligeiro”.
“Este importante resultado foi alcançado graças a uma sinergia completa entre aeronaves da Marinha da Colômbia e da Força Aérea Colombiana, apoiadas por uma plataforma aérea do Comando Sul dos Estados Unidos; que conseguiu identificar e acompanhar em detalhes um navio a motor suspeito, que navegava no Caribe Mar”, disse a comunicação da instituição militar.
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