
A escassez de água potável que Santa Marta enfrenta este ano levou a prefeita da cidade, Virna Johnson, a declarar calamidade pública em todo o distrito turístico, a fim de lançar urgentemente ações para garantir o acesso ao precioso líquido para samários e turistas.
A decisão foi anunciada pelo presidente local após um Conselho Municipal de Gestão de Riscos, onde a Empresa de Serviços Públicos de Santa Marta (Essmar), chefiada pelo agente interveniente Yahaira Díaz, apresentou um relatório sobre a situação atual da coleta e distribuição de água na cidade.
O encontro também falou sobre a dificuldade que surgiu no abastecimento de água em diferentes bairros da cidade, devido aos baixos níveis que eles registram nos rios que alimentam o aqueduto.
Diante da perspectiva crítica, a administração municipal concordou em declarar calamidade pública na cidade, a fim de acelerar a entrega de recursos para garantir atendimento de emergência diante da escassez desse recurso vital na capital de Magdalena.
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Após o fim do conselho, através de sua conta no Facebook, a prefeita Johnson mais uma vez criticou a Superintendência de Serviços Públicos pelo manuseio que deu à ESSMAR, tendo em vista sua falta de ações para enfrentar a estação seca que a cidade está passando.
Nesse sentido, Johnson garantiu que, diante da falta de planejamento da Essmar para enfrentar a temporada de secas em Santa Marta, através da gestão de infraestrutura do gabinete do prefeito, será organizado um cronograma para que, durante os próximos dias, a água seja levada aos pontos mais críticos da cidade.
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“Os cidadãos bloquearam estradas em diferentes bairros da cidade devido à falta de água (...) Ficou provado que eles não sabiam como enfrentar esta crise e é por isso que é necessário que, como Distrito, tomemos medidas urgentes para responder ao clamor da população”, disse o burguês.
Em relação à declaração de calamidade pública em Santa Marta, em diálogo com a W Radio, o vereador Jorge Yesid Ospino referiu-se a este problema, observando que a decisão demorou muito para ser implementada.
“Graças à gestão e demanda que exerci ontem como vereador da cidade, hoje o prefeito reconheceu que essa declaração deve ser feita para ativar os planos de contingência”, disse o conselheiro Ospino ao mesmo meio de comunicação.
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