
Um guarda de segurança da Embaixada Britânica em Berlim foi acusado de espionar para a Rússia e extraditado para o Reino Unido para ser levado à justiça, informou o Ministério Público britânico na quarta-feira.
David Smith, de 57 anos, foi preso pela polícia alemã em 10 de agosto de 2021, acusado de coletar informações na legação britânica para fornecê-las a um estado estrangeiro, nomeadamente a Rússia.
O Ministério Público acusa-o de nove acusações, incluindo a de passar informações a uma pessoa que se acredita representar o Estado russo.
A colaboração entre a Polícia Metropolitana de Londres e o Ministério Público permitiu que as acusações formais fossem apresentadas em 15 de novembro do ano passado, após a obtenção da aprovação do Procurador-Geral da República.
O chefe da Divisão de Crimes Especiais e Contraterrorismo do Crown Prosecution Service (CPS), Nick Price, explicou em comunicado que as alegações contra o suspeito dizem respeito a violações da Lei de Segredos Oficiais.
“Ele é acusado de sete crimes de coleta de informações com a intenção de enviá-las às autoridades russas, um de tentativa de comunicação e outro de fornecer informações a uma pessoa que ele acreditava ser membro das autoridades russas”, acrescentou.
“Depois de analisar o caso e limpar as acusações, obtivemos a autorização de extradição e cooperamos estreitamente com nossos colegas alemães para trazer Smith de volta do Reino Unido”, explicou Price.
O acusado comparecerá amanhã, quinta-feira, perante o Tribunal de Magistrados de Westminster.
Na terça-feira passada, os países da UE, Bélgica, Holanda, Irlanda e República Checa expulsaram dezenas de diplomatas russos suspeito de espionagem, em uma ação coordenada tomada à sombra da guerra de Moscou na Ucrânia.
A ministra belga das Relações Exteriores, Sophie Wilmes, disse que seu país estava expulsando 21 diplomatas da embaixada russa em Bruxelas e do consulado em Antuérpia, dando-lhes duas semanas para sair.
Ela disse que o movimento foi tomado em conjunto com a vizinha Holanda, cujo Ministério das Relações Exteriores disse que estava expulsando 17 diplomatas russos considerados “secretamente ativos” como oficiais de inteligência.
O ministro das Relações Exteriores da Irlanda, Simon Coveney, disse que quatro “altos funcionários” da embaixada russa em Dublin tinham sido orientados a sair porque participaram de atividades “que não... estão de acordo com os padrões internacionais de conduta diplomática”, código de espionagem.
E o Ministério das Relações Exteriores da República Tcheca disse que um diplomata da embaixada russa em Praga tinha recebido 72 horas para sair. Uma autoridade tcheca disse à AFP que o diplomata era o vice-embaixador da Rússia.
“Juntamente com nossos aliados, estamos reduzindo a presença da inteligência russa na UE”, tuitou o ministério tcheco.
(Com informações da EFE)
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