
A produção de automóveis no México aumentou 0,81% ao ano em março, um mês ainda afetado pela escassez de insumos, informou o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi) na quarta-feira.
O número de carros fabricados no México no terceiro mês do ano foi de 305.976 unidades, apenas cerca de 2.500 unidades a mais do que no mesmo mês do ano passado, quando foram produzidas 303.515 unidades.
Assim, no primeiro trimestre do ano, a produção de veículos leves aumentou 3,40% em relação ao ano anterior, para 849.045 unidades.

Na mesma linha, as exportações de veículos mexicanos cresceram 2,49% ao ano no mesmo mês.
Em março, cerca de 262.494 veículos leves foram vendidos no exterior, cerca de 6.000 a mais do que no mesmo mês de 2021, quando 256.119 unidades foram exportadas, acrescentou a Inegi em seu relatório.
No entanto, no primeiro trimestre do ano, as exportações de veículos caíram 1.82% em relação ao ano anterior, para 680.992 veículos.
Enquanto no terceiro mês do ano, as vendas internas caíram 1,16% em relação ao mesmo mês do ano atrás, para 95.199 unidades.
Nos primeiros três meses de 2022, a queda nas vendas de veículos leves no mercado nacional é de 2,86%, para 253.839 unidades.

A indústria automotiva responde por 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e 20,5% do PIB industrial, mais do que qualquer outro setor, de acordo com a Associação Mexicana da Indústria Automotiva (AMIA).
O setor ficou completamente paralisado durante a emergência sanitária decretada pelo Governo do México em abril e maio de 2020, quando o PIB contraiu 8,2%.
Após uma queda substancial de 16,51% na fabricação de veículos em dezembro de 2021, a produção de automóveis nas fábricas mexicanas caiu 2% ao ano passado devido à escassez de chips semicondutores.
Quanto à venda de carros novos, a Inegi informou em 2 de fevereiro que durante janeiro de 2022 houve uma queda de 3,8% de acordo com o Avanço de Resultados do Registro Administrativo da Indústria Automotiva de Veículos Leves (RAIAVL), com base nas informações de 23 empresas afiliadas à Associação Indústria Automotiva Mexicana, AC (AMIA), Giant Motors Latin America e Autos Orientales Picacho.

Após dois meses consecutivos em alta, 78.585 unidades foram vendidas no primeiro mês do ano, representando o menor valor registrado no mesmo período desde 2012, quando 75.297 novos carros leves foram vendidos no México, explicou o Instituto.
Mas quando comparado com a venda de novos veículos leves em dezembro de 2021, a queda foi de 19,3%, quando 97.365 unidades foram vendidas.
O declínio se deve principalmente à escassez global de componentes, à deterioração do poder de compra do consumidor, bem como ao aumento dos preços dos carros.
Com informações da EFE
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