
Durante uma operação conjunta da Marinha Nacional da Colômbia e da Polícia Federal brasileira no rio Negro, no auge da vila de Moura, no Brasil, eles conseguiram apreender 1.121 kg de maconha assustadora, que seria avaliada em aproximadamente US $2,5 bilhões de pesos.
Graças às informações fornecidas pela Inteligência da Marinha da Colômbia às Agências Especializadas de Inteligência do Brasil, foi possível interceptar o navio a motor no setor de Pueblo de Moura (Brasil), a fim de realizar uma inspeção, encontrando a maconha escondida em uma estrutura de fundo duplo dentro dela.
Segundo informações da Marinha da Colômbia, La Familia del Norte e Comando Vermelho estão ligados ao Grupo Armado Residual Organizado Gao-r 'Carolina Ramírez' para proteger as drogas durante seu trânsito pelo território colombiano, evitando que outras estruturas do narcotráfico as roubem em áreas que fazem fronteira com o Brasil.
Três homens também foram capturados, dois de nacionalidade colombiana e um brasileiro, que se deslocavam do território colombiano em um barco sobre o rio Caquetá em direção ao ponto estratégico de La Pedrera (Amazônia), onde começa a fronteira com o Brasil, a fim de tomar a rota do rio Negro.
Em 23 de março, o Exército Nacional anunciou que, no curso de operações militares conjuntas e coordenadas com a Marinha e a Polícia, três armazéns ilegais estavam localizados em diferentes áreas do departamento de Putumayo.
No processo, explosivos, armas e intendente foram encontrados, material destinado a violar a integridade da população civil e das forças de segurança.
Por sua vez, o jornal El Tiempo informou que, de acordo com o comandante da Sexta Divisão do Exército, general Fredy Marlon Coy Villamil, o material pertenceria à 48ª frente que trabalha em aliança com a Segunda Marquetália, Grupo Armado Organizado Residual (GAO-r) liderado pelo pseudônimo Ivan Márquez.
“O primeiro resultado foi na aldeia de El Espinal, uma área rural do município de San Miguel. Lá, as tropas encontraram 443 kg de explosivos do tipo Anfo embalados em sacos. Segundo especialistas, com esse material os terroristas teriam sido capazes de fabricar mais de 500 artefatos explosivos, incluindo minas antipessoal, que seriam usadas em ações terroristas contra a população civil, as forças de segurança ou a infraestrutura petrolífera da região”, disse o Exército Nacional explicou em um comunicado e afirmou da mesma forma que o material foi destruído de forma controlada pelos soldados do Grupo de Explosivos e Demolições do Exército Nacional.
Da mesma forma, outra operação foi realizada na aldeia de Piñuña Negro, município de Puerto Leguízamo, na fronteira com Puerto Asís, onde 22 rifles, um lançador de granadas, 73 fornecedores, mais de 4.900 unidades de munição de diferentes calibres, 13 granadas, intendente e equipamentos de comunicação foram apreendidos, bem como roupas para uso privado das Forças Militares.
Finalmente, em Nueva Granada, município de Puerto Asís, foi localizado o terceiro armazém ilegal do Gao-r E-48. Foram encontradas 2 pistolas, 4 fornecedores, 70 unidades de munição e 4 postos de mira de metralhadora, além de 250 gramas de pentólito, com 44 contêineres para a fabricação de explosivos improvisados e 3 detonadores, que seriam usados para atacar tropas que estão realizando operações militares nesta área de a Amazônia colombiana.
“Esse material ficaria a cargo do pseudônimo La Araña ou 'Andrés' e do pseudônimo Barbas ', chefes de dissidentes, classificados como alvos de alto valor pela Força Pública”, explicou o comandante Coy Villamil na mídia nacional.
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