
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, chegou ao Afeganistão na quinta-feira para se encontrar com altos funcionários do Governo Interino do Taleban, depois de passar pelo Paquistão e um dia depois de os fundamentalistas manterem o fechamento das escolas secundárias.
“O ministro dos Negócios Estrangeiros da China chegou a Cabul, onde se reunirá com o seu homólogo afegão, Amir Khan Muttaqi”, disse à agência de notícias Efe o porta-voz adjunto do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Governo Interino talibã, Hafiz Zia Ahmad.
Um membro do gabinete do primeiro-ministro interino talibã, Ahmadullah Muttaqi, acrescentou no Twitter que o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês e a sua delegação foram ao Palácio Presidencial, em Cabul.
A visita sem aviso prévio do ministro das Relações Exteriores chinês ocorre um dia depois de sua participação no Conselho de Ministros das Relações Exteriores da Organização de Cooperação Islâmica (OIC) realizado no Paquistão como convidado especial.

Wang garantiu, depois de se reunir com altos funcionários paquistaneses, que ambos os países intensificarão a coordenação dos esforços em assuntos regionais e internacionais, incluindo o Afeganistão.
O Talibã, cujo governo interino não alcançou o tão esperado reconhecimento da comunidade internacional, confiaram na China para aliviar a grave crise humanitária e econômica no país asiático.
Esta situação no Afeganistão piorou desde que tomaram o poder em agosto passado, devido ao consequente bloqueio de fundos estrangeiros após a queda do governo anterior e da ajuda internacional.

Wang e Muttaqi se reuniram em outubro passado em Doha, onde ambos os países concordaram em fortalecer as relações, bem como anúncios de apoio econômico.
Ao longo dos anos, a China e o Afeganistão compartilharam interesses mútuos em questões relacionadas aos serviços públicos e ao setor de mineração.
Nas últimas duas décadas, as empresas chinesas assinaram vários contratos para a criação de projetos econômicos e de desenvolvimento no Afeganistão, e quase nenhum foi finalizado devido à instabilidade do país e à falta de cooperação entre as duas nações.
(Com informações da EFE)
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