Seguro é a última esquerda equatoriana em uma zona de conflito na Ucrânia

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Quito, 17 Mar Diego Moncayo, o último equatoriano preso em uma das zonas de conflito da guerra na Ucrânia, já está seguro em território polonês, de acordo com o vice-ministro equatoriano da Mobilidade Humana Luis Vayas disse na quinta-feira. Em uma mensagem nas redes sociais, Vayas explicou que Moncayo está “são e salvo”, e em poucas horas espera encontrá-lo em Cracóvia, de onde uma delegação diplomática equatoriana coordenou as evacuações de seus compatriotas que vivem na Ucrânia. O caso de Moncayo foi um dos mais sensíveis e sensíveis, já que ele era refugiado na cidade de Shostka, perto da fronteira ucraniana com a Rússia, epicentro do conflito. Ele chegou lá por engano, quando ficou confuso como um trem quando queria escapar de Kiev durante os primeiros atentados à capital ucraniana, mas em vez de seguir para o oeste, foi para o leste, até que acabou na cidade de Sumy. Incapaz de voltar atrás, ele acabou se refugiando na casa de um amigo em Shostka, que também fica na área de Sumy, onde esperou pacientemente por uma evacuação que finalmente ocorreu na quarta-feira após várias tentativas fracassadas devido a condições de segurança insuficientes. Ele foi extraído desse ponto crítico pela Cruz Vermelha Internacional, que o escoltou em um de seus veículos até a cidade de Poltava, onde pegou um trem em direção à fronteira ucraniana com a Polônia. Entre os países latino-americanos, a comunidade equatoriana residente na Ucrânia era a maior antes do início da invasão, com cerca de 850 equatorianos matriculados, a maioria dos quais eram estudantes que já haviam retornado ao país, embora um pequeno grupo preferisse ficar apesar da guerra. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, 716 pessoas que fugiram da Ucrânia conseguiram chegar ao Equador nos três voos humanitários organizados pelo Ministério das Relações Exteriores, bem como em um voo fretado pelos próprios migrantes. No total, o Equador facilitou o retorno de 657 equatorianos, 43 pessoas de nacionalidade ucraniana, onze colombianos, um peruano, um egípcio e um bielorrusso. Ele também informou que 106 equatorianos que fugiram da Ucrânia decidiram ficar por sua própria conta e risco na Polônia, 30 na Hungria, 17 na Eslováquia, 13 na Romênia, 4 na Moldávia e 16 na Rússia, além de 14 na Espanha, 9 na Turquia e 5 na Alemanha. Até o ministro das Relações Exteriores do Equador, Juan Carlos Holguín, indicou que um equatoriano conseguiu chegar aos Estados Unidos e 53 compatriotas ainda permanecem na Ucrânia por decisão própria. CHEFE FGG/LAA