
O caso da pequena Damaris, evidenciou um problema difícil que nosso país enfrenta após o aumento dos sequestros de menores. Desta vez, uma menina de 14 anos foi capturada por uma organização criminosa, dedicada a essa modalidade chamada “El Clan La Rosa”.
A menor foi levada com mentiras de sua casa e depois colocada em uma sala onde foi forçada a ter relações sexuais com homens diferentes. De acordo com as informações da mãe, o adolescente estava desaparecido há mais de 15 dias. Depois de seguir os passos de sua filha, ele foi capaz de saber o paradeiro dela, então ele não hesitou por um segundo em ir resgatá-la.
Apesar de a polícia não ter fornecido muitos detalhes deste caso, foi revelado através de alguns policiais que, uma vez resgatados, a adolescente foi levada para a delegacia no distrito de Villa El Salvador, onde ela revelou o pesadelo que ela havia vivido durante esse tempo nas mãos dessa organização criminosa composta por cinco transexuais.
Depois de saber sobre o caso e a localização da casa onde a escola sequestrada estava sendo realizada, a polícia investigativa encenou uma operação surpresa e conseguiu intervir com Jafet Campos Sánchez 'Casanova' (19), Junior Bengolea Ponce 'Estefany' (21), Jefry Ramos Asencio 'Blas' (19), Luis Pereyra Corilla 'Luisa' (18) e Adrián Ayala Contreras 'La Rosada' (18), que seria o líder da banda, segundo a parte prejudicada.
Foi ela quem alugou o quarto, cuidou de fazer ligações para clientes e cobrou por serviços sexuais. Quando a polícia chegou à casa, designada como o espaço onde esses crimes foram cometidos, puderam apreender telefones celulares onde essa gangue mantinha os números de seus clientes.
A vítima disse às autoridades que foi abusada por cinco sujeitos. Ele também afirmou que Adrián Ayala era responsável por entrar em contato com pessoas com quem ele exploraria sexualmente o menor.
Também se sabia que as detidas serão denunciadas pelos crimes de tráfico de pessoas e sequestro.
LEVE EM CONSIDERAÇÃO
O ex-vice-ministro da Segurança Pública, Ricardo Valdés, alertou que o sequestro de menores nem sempre se destina a exigir um resgate econômico, mas está relacionado ao tráfico de pessoas ou à compra e venda de crianças.
Ele explicou que uma das maneiras pelas quais os criminosos capturam adolescentes é por meio das redes sociais. Eles distorcem suas identidades, os seduzem e trocam imagens de conteúdo sexual e depois os extorquem (crime de exploração sexual online). “Muitas vezes foi constatado que esse processo de extorsão termina em um processo de recrutamento, desaparecimento e sequestro para torná-la vítima de tráfico de pessoas”, disse ele ao El Comercio.
Por sua vez, a advogada Fernanda Bobadilla, do estudo Linares, disse à mídia, que o crime de sequestro é punível com pena não inferior a 20 anos, e quando a vítima é menor de idade ou mais de 70 anos, chega à prisão perpétua.
No caso do tráfico de pessoas, acrescentou, é punível com pena que varia de 8 a 15 anos. Se a vítima tiver entre 14 e 18 anos de idade, ela tem de 12 a 20 anos e, se tiver menos de 14 anos, a pena não é inferior a 25 anos de prisão.
CANAIS DE APOIO EM CASO DE VIOLÊNCIA
Se você conhece alguém que foi afetado ou envolvido em violência doméstica ou sexual, entre em contato com a Linha 100 do Ministério da Mulher e Populações Vulneráveis, que conta com uma equipe especializada em “fornecer informações, orientações e apoio emocional”.
Além disso, a Linha 100 tem o poder de encaminhar os casos mais graves de violência doméstica ou sexual para os Centros de Emergência Feminina ou o Serviço de Urgência. Este serviço está aberto 24 horas por dia, todos os dias do ano (inclui feriados).
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