
Depois de conhecer o novo vídeo divulgado pela Procuradoria-Geral da República na noite de quarta-feira, 20 de abril, e a declaração em que o órgão investigador conclui que Freddy Rincón estava dirigindo o veículo no momento do acidente antes de morrer, as dúvidas do Colosso de A família Buenaventura saiu para a mídia.
Rafael Rincón, irmão do ex-jogador de futebol e ídolo da seleção colombiana na década de 1990, não reconhece como verdade o que foi afirmado pelo procurador-geral da Nação, Francisco Barbosa Delgado, de Medellín.
A primeira inconsistência que Rafael marca é que o tempo da gravação em que Freddy deixa o restaurante de fast food localizado na Avenida Roosevelt com Carrera 39 não é claro e não foi revelado.
Além disso, ele ressalta que também não está claro quem é o homem que acompanha Rincón no momento em que ele deixou o estabelecimento comercial de mãos dadas com uma mulher.
Em frente aos microfones da Blu Radio, o irmão de Freddy disse que não está nada convencido com esta versão entregue pelas autoridades sobre a verdade ou hipótese da pessoa diretamente responsável pela morte do ex-jogador de futebol:
Por outro lado, Teresa Rincón, também irmã de Freddy, diz que desconfia do resultado da investigação apresentada pelo Ministério Público, uma vez que o filme audiovisual mostra o Colosso de Buenaventura vestindo uma camisa diferente da que ele usava quando ele foi levado para a clínica.
A este respeito, ela insistiu com a Blu Radio e a opinião pública que a van acidentada foi dirigida por outra pessoa, então ela exige que aqueles que saíram após o acidente mostrem seus rostos e respondam às autoridades pelo que aconteceu:
Tendo em vista que o lado esquerdo do veículo foi completamente destruído e com os airbags nas laterais ativados, surgem várias dúvidas sobre o que realmente aconteceu e causou o acidente fatal que acabou com a vida de Rincón aos 55 anos.
Deve-se notar que um dos paramédicos do corpo de resgate que compareceu ao incidente para transferir Rincón para o centro médico depois que a van bateu no ônibus MÍO, afirma que viu Freddy sentado no banco do motorista do veículo, que não sofreu tanto danos como ele fez para o assento de seu suposto companheiro.
Nesse sentido, o Ministério Público terá que esclarecer mais uma vez se Rincón estava realmente no assento do piloto e não se moveu desde que saiu do restaurante, ou se, de fato, poderia ter mudado de lugar algum tempo depois ou foi transferido à força após a colisão.
Este é o vídeo mantido pelo Gabinete do Procurador-Geral em que eles argumentam que Freddy estava dirigindo o caminhão UGR 410 Ford em Cali:
“O Ministério Público concluiu que o veículo que transportava Freddy Rincón estava sendo conduzido por ele. Essa conclusão foi apoiada pela perícia em Medicina Legal, em estudos técnicos e corroborada por testemunhas dentro do veículo, além de câmeras de segurança na área”, disse Francisco Barbosa no mais recente comunicado do órgão investigador.
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