
O coronel não tem ninguém para escrever para ele é “o primeiro grande romance de Gabriel García Márquez”, segundo Jorge Alí Triana, diretor da peça que recria esta obra do nobel literário e que foi publicada pela primeira vez em 1961, contando a história de um ex-militar que, sob o negligência encontrada quando ele queria reivindicar sua pensão, se agarra a um galo que acaba se tornando um símbolo de esperança no meio de estar à beira da renúncia.
É precisamente esse detalhe que o diretor recria neste trabalho que, depois de conquistar Bogotá após sua criação, pretende levar Medellín em uma dupla função que será realizada no Teatro Metropolitano. Toda a montagem e cenário exibidos no Teatro Colón, na capital do país, serão vistos na Cidade da Eterna Primavera, sem mencionar seu elenco de luxo.
Além da direção já marcante de Triana, 'O Coronel não tem ninguém para escrever' passa das letras para as mesas em nome de um elenco liderado pelo renomado ator Germán Jaramillo, que dá vida ao coronel, além de Laura García, Santiago Moure e John Álex Toro. Este não é um desafio novo para o diretor, já que ele já havia tido contato direto com o trabalho de García Márquez baseado em adaptações teatrais de A incrível e triste história de Eréndira e sua avó sem coração e crônica de uma morte anunciada.
Além disso, em sua vida artística, ele trouxe para a tela grande outros títulos como Time to Die (1985) e Édipo Prefeito, cuja estreia foi em 1996 sob um elenco liderado por Jorge Perugorría, Jairo Camargo e Marcela Agudelo.
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O fato é que a conexão de Triana com a literatura remonta a tempos anteriores, tendo encontros muito próximos com grandes expoentes da literatura latino-americana - acrescentando também o fato de ser um amigo íntimo de Gabo -; a isso, acrescentou em El Colombiano que Mario Vargas Llosa era um deles com o adaptações teatrais de Pantaleón e visitantes, e La fiesta del chivo, mas Gabo gerou uma conexão especial nele.
Ele também apontou na mídia que a Colômbia tem sido um país estático: seus problemas mantêm sua estrutura com o passar das décadas, algo que, paradoxalmente, beneficiou a literatura e as próprias performances teatrais, e um exemplo disso não pode ser visto apenas em 'O Coronel não tem ninguém para escreva para ele', mas em outras exposições como 'History of a Sheep', que narra a situação interminável de migração interna e deslocamento forçado.
Datas e preços da bilheteria para a peça em Medellín
Já se falava do sucesso desta exposição no Teatro Colón em Bogotá e, recentemente, no Festival Ibero-Americano de Teatro -FITB-. Agora, na capital de Antioquia, será realizada na sexta-feira, 22 de abril e sábado, 23 de abril às 20h e 18h, respectivamente.
Agora, no que diz respeito à bilheteria, os preços para ambas as datas variam de 70.000 a 110.000 pesos, sendo o mais barato nas barracas 3 (parte de trás do teatro), e o mais caro na área da frente. Além disso, as barracas 2 têm um custo de 90 mil pesos e todos os ingressos podem ser adquiridos no site da TuboLeta.
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