
O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, planeja viajar a Kiev nos próximos dias para se encontrar com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenksi, e transmitir-lhe pessoalmente a solidariedade da Espanha diante da invasão russa de seu país.
Fontes governamentais informaram a EFE da viagem de Sanchez a Kiev depois de o chefe do executivo espanhol ter anunciado segunda-feira que a Espanha reabriria a sua embaixada na Ucrânia “dentro de alguns dias”.
Um gesto que ele explicou como um sinal do compromisso do governo e da sociedade espanhola com o povo ucraniano.
A data exata da viagem de Sanchez a Kiev ainda não foi revelada por razões de segurança e porque os detalhes da visita estão sendo finalizados.
Mas espera-se que, além de conhecer Zelenski, coincida com o dia em que a embaixada espanhola será reaberta na capital ucraniana.
Com esta viagem, Sánchez juntar-se-á ao mesmo gesto que outros líderes de países da União Europeia e das instituições comunitárias fizeram, como a chefe da Comissão Europeia, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Todos expressaram apoio à Ucrânia e, durante a visita de Von der Leyen a Kiev, o processamento do pedido de adesão deste país à União Europeia foi incentivado.
Uma adesão que a Espanha apoia e que Sánchez se referiu expressamente no evento do Congresso dos Deputados realizado em 5 de abril, no qual o presidente ucraniano falou por videoconferência.
Nesse evento, Sánchez disse que a Ucrânia poderá contar com o apoio da Espanha em seu caminho de transformação para se tornar parte de um futuro da União Europeia.
OUTROS LÍDERES QUE JÁ VIAJARAM
Os primeiros líderes políticos a viajar pessoalmente para Kiev foram os líderes da Polônia, Mateusz Morawiecki; da Eslovênia, Janez Jansa; e da República Tcheca, Petr Fiala. Eles viajaram em meados de março, em sua capacidade pessoal, embora tenham se reportado anteriormente à União Europeia.
Em nome das instituições da UE, a Presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, viajou pela primeira vez — em 31 de março — que abriu o caminho para a chefe da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, e o Alto Representante para a Política Externa dos Vinte e Sete, Josep Borrell.
Já em abril, os primeiros-ministros eslovacos Eduard Heger e o ministro das Relações Exteriores austríaco Karl Nehammer, bem como o chefe de governo do Reino Unido, Boris Johnson, também viajaram para a capital ucraniana.
O presidente ucraniano Volodymir Zelensky convidou publicamente nos últimos dias os presidentes dos EUA e da França, Joe Biden e Emmanuel Macron, para Kiev, respectivamente, para Kiev, embora sua rejeição a uma visita do presidente alemão Frank-Walter Steinmeier também tenha passado.
(com informações da EFE e EP)
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