
O presidente constitucional do México, Andrés Manuel López Obrador (AMLO), anunciou que a partir de maio, em vez de informar sobre o estado da pandemia de Covid-19 na seção “O Pulso da Saúde”, que é transmitido todas as terças-feiras na conferência da manhã, o andamento do processo de federalização dos sistemas de saúde no país.
O subsecretário de Prevenção e Promoção da Saúde, Hugo López Gatell, destacou que o México tem 3 meses com COVID-19 em baixa: “Houve um declínio constante de casos, hospitalizações e mortes, dos quais quatro são registrados diariamente em média”.
É por isso que todas as terças-feiras, em vez do relatório diário de infecções e vacinas, o gabinete do presidente informará o andamento do programa pelo qual, “aqueles sem segurança social, têm garantia de cuidados médicos, ensaios clínicos e todos os medicamentos”, e não apenas o quadro básico. Também será dedicado a esclarecer dúvidas a esse respeito.
Ele garantiu que, assim como a pandemia está enfrentando, “haverá saúde pública de primeira ordem” e disse que o projeto que estava pendente com a chegada da pandemia será retomado.
O IMSS-Welfare é um programa governamental, que funcionará, por enquanto, em 19 das 32 entidades do país e presta serviços médicos a aproximadamente 11,6 milhões de pessoas no país que vivem em áreas rurais ou urbanas marginalizadas. Os serviços de atendimento de primeiro e segundo nível são fornecidos em unidades médicas.
Para o primeiro, há um total de 3.983 unidades, brigadas e centros de atendimento, enquanto para o segundo caso existem 80 unidades hospitalares onde são tratadas as especialidades de cirurgia geral, obstetrícia, medicina interna, pediatria, anestesiologia, medicina de família e epidemiologia.
Até agora, vários estados da República assinaram o acordo que os adere ao programa IMSS-Welfare com o qual o Governo substitui o Instituto de Saúde para o Bem-Estar (Insabi), para dar acesso aos serviços de saúde a pessoas sem segurança social. Entre eles estão Tlaxcala e, mais recentemente, Nayarit.
A chefe de governo da capital, Claudia Sheinbaum, anunciou que a Cidade do México poderia aderir ao processo de federalização dos serviços de saúde, no entanto, disse ela, os trabalhadores do setor de saúde serão consultados primeiro para determinar se concordam ou não com isso.
Sobre o orçamento que será utilizado para este processo, o secretário de Saúde, Jorge Alcocer, esclareceu que não haverá limites para o financiamento, para que possa crescer enquanto o uso adequado dos recursos for exercido através da federalização com “eficiência e austeridade”.
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