
Na época, ele foi considerado uma das chamadas para guiar a equipe da Colômbia com o 10 nas costas. Desde tenra idade, ele mostrou condições para se tornar um grande jogador de futebol. Seu pai, Don Abatuel Chitiva, foi um ciclista muito proeminente no país, durante o início dos anos 1970. Ele incutiu nela desde cedo uma paixão por esportes. Desde muito jovem começou a treinar futebol e quando entrou na universidade, enquanto estudava administração de empresas, teve seus primeiros flertes com o futebol profissional.
Naquela época, ele fazia parte dos inferiores do Millonarios e em 1999 foi promovido à primeira equipe, a pedido de Jorge Luis Pinto, que liderava a equipe na época. Chitiva fez sua estreia profissional em 13 de junho daquele ano. Em sua segunda partida, em 29 de agosto, ele marcou seu primeiro gol, apenas contra o Atlético Nacional, no Estádio Atanasio Girardot, e contra quem seria um de seus maiores companheiros de equipe e amigos no futuro, Miguel Calero.
O jovem jogador se consolidou como um dos principais jogadores da campanha de 2000, na qual Millonarios conseguiu entrar na fase final da liga e conquistar o vice-campeão da Copa Merconorte. Com o blues, Chitiva marcou 8 gols em 62 jogos. Suas boas atuações atraíram a atenção do futebol internacional e o clube de Pachuca o contratou em 2001, por recomendação do próprio Calero. Com os mexicanos, o ex-jogador do Millonarios conquistaria quatro títulos da liga, três taças da Concacaf e uma Copa Sul-Americana, ele também se tornaria um dos artilheiros históricos do clube, marcando 45 vezes.
Em 2002 foi emprestado ao clube Monarcas Morelia e com eles jogaria na Copa Libertadores daquele ano, embora só tenha jogado três jogos com essa camisa. Ele então usou as cores de Cruz Azul, em 2003, mas também não conseguiria se adaptar. Quatro jogos e nenhum gol. Ele voltou para Pachuca e ficou até 2008, momento em que ele vai jogar pelo clube Indios e depois ele é contratado pela América, aquela equipe de Salvador Cabañas e Ramón Díaz que um ano antes venceria Millonarios nas semifinais da América do Sul em 2007.
Com a América ele ficaria por três anos, marcando apenas dois gols em cinco jogos. Em 2010, ele foi emprestado ao Atlas Guadalajara, onde marcou dois gols em sete jogos. No final daquele ano ele assinaria com o Red Sharks, uma equipe de Veracruz. Ele jogaria 13 jogos e depois voltaria ao Pachuca para uma segunda etapa com o clube. No entanto, ele estava conversando com os gerentes do Millonarios para fortalecer a equipe no início de 2012, ele chegou a Bogotá para formalizar o acordo, mas não foi finalizado porque o jogador não conseguiu se recuperar 100% de uma lesão de oito meses e decidiu não jogar mais. Ele encerrou sua carreira e retomaria seus estudos. Ele se formou no programa de Educação Física da Universidade de Futebol e Ciências do Esporte.
Andrés Chitiva era, na época, uma das figuras mais populares do futebol mexicano e um dos jogadores mais queridos pelos torcedores do Pachuca. Ele tem nacionalidades mexicanas e colombianas. Ele poderia estar vestido com a camisa do México, mas escolheu a da Colômbia. Vestiu a camisa dos cafeicultores pela primeira vez em 2000, jogando pela equipe sub-20. Naquele ano, ele participou do Torneio Toulon Esperanzas, onde os colombianos conquistariam o título depois de vencer Portugal. Com a equipe sênior, ele jogou a Copa Ouro da Concacaf, no mesmo ano, por chamada de DT Luis Augusto García, que o conhecia muito bem desde seu tempo na equipe albiazul. Naquela ocasião, a equipe da Colômbia chegou à final do torneio, mas seria derrotada pelo Canadá. Em 2004, ele jogou uma única partida das eliminatórias da Copa do Mundo de 2006 na Alemanha e não seria convocado novamente até 2007, para as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul. Ele participaria de 5 partidas e marcaria 1 gol. Então Jorge Luis Pinto, encarregado da equipe tricolor, o chamaria novamente em 2008 e essa seria sua última vez na seleção nacional. No total, ele jogou 12 jogos e marcou 2 gols.
Hoje, Chitiva mora no México e faz parte do comitê diretor de Pachuca, onde atua como diretor do departamento de aferição da equipe. Ele nunca realizou seu sonho de jogar na Europa, mesmo que soasse para reforçar várias equipes. Ele nasceu em Bogotá, mas permaneceu mexicano. Seu relacionamento com o país asteca é mais do que cativante.
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