
Nas últimas horas, o Gabinete do Procurador-Geral da Nação condenou uma mulher a cinco anos de prisão pelos crimes de falsidade material em um documento público agravado pelo uso e tentativa de fraude.
Esses eventos ocorreram entre 7 e 11 de março de 2011, no município de Itagüí (Antioquia), quando Doris Luque Mesa realizou vários procedimentos em uma renomada rede de lojas para obter um crédito. Mais tarde, o réu pretendia adquirir um laptop, avaliado em 1.100.000 pesos.
O trabalho da polícia judiciária permitiu estabelecer que Luque Mesa usou um cartão de cidadania falso em nome de Lindiela Ortiz Mejía para preencher o crédito ilegal.
Por esse motivo, um juiz também impôs uma multa de 33,33 salários legais mensais mínimos vigentes no momento do incidente e ordenou sua prisão para cumprir sua pena na penitenciária determinada pelo Instituto Penitenciário Nacional e Prisional (INPEC).
De acordo com um estudo da TransUnion, uma empresa de soluções de informações econômicas e financeiras, esse tipo de roubo cresceu 149% no último ano; no entanto, somente na Colômbia, o aumento foi de 243%.
Além disso, de acordo com a última pesquisa Global Economic Crime and Fraud da PWC, 47% das empresas sofreram fraudes e desviaram quase US $42 bilhões nos últimos 24 meses.
O apelo constante das autoridades é que as pessoas tomem precauções ao compartilhar ou divulgar dados pessoais, como endereços, números de telefone, localização, senhas ou local de trabalho, por meio das redes sociais. Disponibilizá-los on-line sem restrições será perigoso e poderá levar ao roubo de identidade digital.
“Qualquer pessoa pode ser vítima desse crime, e é por isso que, para evitar cair nessa situação, as informações pessoais carregadas nas redes sociais devem ser cuidadosamente protegidas, as contas monitoradas e agir rapidamente em qualquer indicação de uso indevido de sua identidade”, disse Marito Pino, CEO da Xharla, uma agência que lançou recentemente a campanha #PiensaAntesDePublicar.
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Pesquisadores de segurança cibernética alertaram sobre o crescente número de casos de fraude em que criminosos entram em contato com suas vítimas por meio do WhatsApp, se passando por parentes em perigo. Em particular, foi visto que os golpistas fingem ser filhos ou sobrinhos das pessoas para solicitar dinheiro urgente deles.
Esse modus operandi lembra os sequestros virtuais, nos quais o criminoso liga para uma pessoa à noite e diz que tem um familiar sequestrado. Em seguida, o suposto parente (que é outro criminoso) é colocado na linha ao telefone, gritando e chorando para fazê-lo acreditar que se trata de um sequestro real. Diante da confusão gerada, a pessoa cai na armadilha e acaba entregando o saque onde indicado.
No entanto, neste caso, não há uma chamada, mas uma mensagem através do serviço de mensagens e, em vez de usar o celular da pessoa sequestrada, é inventada uma situação problemática que o suposto filho da vítima deve resolver com urgência e requer um desembolso de dinheiro. O terreno comum nesse tipo de engano é a urgência e o apelo aos laços afetivos da vítima com a alegação ou necessidade de um suposto membro da família.
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