
Na terça-feira, o Departamento Nacional de Planejamento (DNP) apresentou a 'Missão de Descentralização', órgão formado por dez especialistas e representantes de entidades territoriais e indígenas, que entregará uma série de recomendações ao Governo nacional relacionadas à autonomia regional e capacidade de gestão.
Isso foi confirmado pela diretora do DNP, Alejandra Botero, que explicou que a estratégia visa apoiar as regiões a alcançar um maior desenvolvimento social e econômico, explicando que as recomendações não durarão mais de 18 meses e serão realizadas com princípios de transparência, procurador de independência e responsabilidade.
“O DNP começou a se esforçar para operar e cumprir os objetivos da missão, que revisará o atual modelo de descentralização do país, levando em consideração a transferência de competências e recursos entre a nação e as entidades territoriais para alcançar apostas de curto, médio e longo prazo. ”, observou a entidade vinculada ao Governo nacional.
Entre os cinco eixos a serem abordados pela missão estão o financiamento, revisando as diferentes fontes e aumentando a qualidade das despesas públicas; cumprindo compromissos de descentralização e territórios indígenas; redistribuição de competências na responsabilidade de diferentes níveis de governo, no base de suas capacidades.
O financiamento também será abordado através da revisão das diferentes fontes e aumentando a qualidade dos gastos públicos; bem como promover a transparência e os mecanismos de participação dos cidadãos nos assuntos públicos no nível territorial, enquanto prepara estudos e apresenta iniciativas constitucionais e legislativas medidas para definir competências entre o Estado e as entidades territoriais.
“O processo de descentralização territorial desempenha um papel fundamental na promoção do desenvolvimento econômico, da convergência regional e, portanto, do maior bem-estar de todos os cidadãos, pelo que o Governo decidiu avançar na realização da 'Missão de Descentralização'. Esta é uma oportunidade significativa para a Nação, pois permitirá a construção de propostas legislativas e constitucionais que gerem profundas mudanças na autonomia e gestão das regiões”, disse o diretor do DNP.
Ele também observou que, por esse motivo, é necessário rever o atual modelo de descentralização, uma vez que o país passou por mudanças significativas nas esferas política, fiscal e administrativa, e também observou que o fortalecimento das capacidades territoriais para realizar seu próprio desenvolvimento, a fim de garantir fontes de recursos versus competências atribuídas são elementos-chave da missão.
Esta estratégia será liderada por Daniel Escobar, advogado especializado em legislação tributária e com estudos em tributação internacional, que atuará como chefe dos processos de gestão e renda territorial, coordenação, modernização e coordenação entre entidades públicas, diretor de impostos territoriais em entidades diferentes, entre outras.
A última Missão de Descentralização foi realizada em 1992 sob a liderança de Eduardo Wiesner Durán, marcando o 30º aniversário de um dos principais objetivos estabelecidos desde o nascimento da República, a saber, a gestão dos territórios e a descentralização do poder.
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