
Depois que a polêmica cantora Marbelle usou comentários racistas contra a candidata à vice-presidência, Francia Márquez — uma situação que causou o processo perante o Gabinete do Procurador-Geral da Nação - a intérprete deu lugar a seus críticos e disse como enfrentaria esse processo perante a lei.
Foi o senador eleito do Pacto Histórico, Roy Barreras, que entrou com uma ação judicial contra a voz do Colar de Pérolas por dizer “King Kong” e “FARC-ia” à fórmula vice-presidencial de Gustavo Petro.
O anúncio do deputado veio por meio de sua conta no Twitter, situação que não passou despercebida por Maureen Belky Ramírez Cardona (primeiro nome da cantora), que citou aquela publicação e, sem desculpas, contou como responderá aos comentários em relação ao líder afro.
“Aqui estarei com a testa erguida, atenta ao que a lei exige de mim... Com a paz e a honestidade que você e o futuro candidato nunca terão!” , disse ele em um trígono curto, mas veemente.
Além disso, ela até mencionou Roy Barreras e Gustavo Petro com seu próprio nome e garantiu que ela, ao contrário dos dois políticos, tem “a paz e a honestidade que você e o “candidato” nunca terão”, disse ele.
Em outra publicação ela se referiu à sua polêmica, disse que não tem medo de enfrentar as autoridades por não ser uma funcionária pública e chamou seus queixosos de “idiota”. “Eu me sinto muito orgulhoso de não comer, eu digo o quanto de um idiota eu me sinto ofendido por isso. Eu vivi isso desde os 16 anos, sem redes. NÃO ESTOU SURPRESO! Eles podem me esculpir, eu não lavo dinheiro para ninguém, minhas contas estão claras e eu não sou um funcionário público... Que aqueles que roubaram tenham medo”, disse Marbelle.
Não se deve esquecer que, após a polêmica, o polêmico artista apagou os trinados incriminadores. No entanto, Roy Barreras anexou cópias dos trinados em seu processo e deixou os argumentos pelos quais denunciará o cantor vallecaucana.
A denúncia de Roy Barreras, que foi arquivada no gabinete do procurador-geral Francisco Barbosa, lê a análise do senador sobre o tuíte de Marbelle. “Foi assim que a Sra. Ramírez usou esse personagem para se referir de maneira depreciativa, rude e insultuosa à candidata à vice-presidente Francia Márquez Mina”, disse.
Além disso, ele apontou para outros trinados em que Marbelle associou o candidato à vice-presidência à extinta FARC-EP, uma organização guerrilheira que já foi dissolvida e na qual Márquez nunca esteve vinculado, nem está relacionado ao GaOR da dissidência.
Roy Barreras conta que, com seus tuítes, a cantora cometeu os crimes de insulto, calúnia e assédio. Para o primeiro crime, se provado, a cantora teria que pagar uma pena entre 16 e 54 meses de prisão; por calúnia há sentenças de 16 a 72 meses, e por assédio ela pode receber de um a três anos.
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