
Um juiz de supervisão vinculou Valentín Vásquez Aragão ao julgamento pelo assassinato de Eduardo Chacón Rivas, um elemento da Guarda Nacional (NG).
Por meio da Procuradoria Especializada de Controle Regional (FECOR), em sua Delegação de Oaxaca, a FGR informou que obteve o vínculo com o processo por causa de sua provável participação na prática dos crimes de homicídio qualificados com premeditação, assédio e vantagem; carregando um arma de fogo sem licença e armazenamento de armas de fogo.
Os acontecimentos ocorreram em 7 de março, quando elementos da Guarda Nacional (NG) prenderam Vasquez Aragão, que momentos antes havia privado um elemento da corporação de sua vida com tiros no quilômetro 38+700 da rodovia 175, no auge do desvio para a população de San Pedro Mártir, Ocotlán, Oaxaca.
O dinheiro do NG o parou, mas o acusado o atacou com uma arma de fogo para evitar revisão e depois fugir. Os oficiais encarregados de sua prisão lhe garantiram uma arma de fogo, nove revistas de metal, uma delas com três cartuchos; uma mochila verde-militar, na qual estavam localizados 10 receptores com mecanismos de disparo e bundas para armas de fogo, além de 10 canhões com gaveta para armas de fogo.
O Ministério Público Federal (MPF) forneceu as provas que permitiram obter o vínculo com o processo. Ele também foi imposto como medida cautelar na prisão preventiva informal no Centro Federal de Reabilitação Social nº 13, em Miahuatlán, Oaxaca. Ele recebeu cinco meses para o encerramento da investigação complementar.
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