
Depois de mais de um ano, a saída de Carlos Queiroz da direção técnica da seleção colombiana continua sendo motivo de preocupação pública. Nos últimos tempos, várias versões vieram à tona sobre por que o treinador português foi afastado do cargo, e uma delas corresponde ao fato de que os jogadores o fizeram 'o cajón', como é popularmente dito.
Este termo é usado para implicar que os jogadores de futebol, supostamente, não queriam corresponder ao trabalho do estrategista europeu, buscando que resultados ruins levassem à sua demissão. Arturo Reyes, que fazia parte da equipe técnica de Queiroz quando ele estava no comando do 'Tricolor', falou sobre esse tema em particular.
Em diálogo com 'El VBar' da Caracol Radio, o treinador do samario deu sua posição: “Não sei se ele se demitiu ou foi expulso, mas posso dizer que ele é um trabalhador esforçado e que você aprende muito com ele [...] Eu não acho que eles fizeram uma gaveta para ele. Naqueles dias, a Espanha marcou seis gols contra a Alemanha e nunca foi dito que os jogadores fizeram (Joachim) Low 'a' cajon ', ele disse sobre isso.
Por outro lado, Reyes fez uma análise da Bolívia, rival da Colômbia na quinta-feira para a 17ª data das eliminatórias para a Copa do Mundo Qatar 2022: “Eles jogam bem, geralmente no bloco baixo, mas isso não significa que não irão para o ataque. Eles tentam elaborar. Eles estavam perto de se classificar na Qualificação Olímpica. Lá estamos trabalhando com jovens jogadores para a equipe sênior.”
Para o ex-técnico do Barranquila Junior, a equipe 'Cafetero' tem as ferramentas necessárias para ferir 'La Verde' e alcançar a vitória: “Imagino uma partida em que a Colômbia marque um gol em cinco ou sete minutos. Depois disso, tudo se abre. Se isso não acontecer, o desespero vem.”
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Sobre a decisão de removê-lo como treinador da equipe 'Tiburón', o samário afirmou que “eu sempre a respeitarei”, embora ele tenha dito que “não sei se foi justo ou não”. “Acho que o Junior que tentamos jogar, embora tenha sido difícil para nós propor. Não conseguimos chegar à final porque encontramos um Cali muito forte”, acrescentou.
No final de fevereiro, o treinador português quebrou o silêncio sobre por que ele deixou a seleção da Colômbia. Conforme comentado em uma carta divulgada pelo jornal Marca Claro, Álvaro González Alzate, vice-presidente da Federação Colombiana de Futebol (FCF), liderou os passos para afastá-lo do cargo:
“Minha saída da seleção colombiana ou “Cajón” foi, como é sabido, o resultado de um excelente trabalho feito pelo próprio González Alzate, ele figura com um currículo vasto e reconhecido que funciona nos bastidores do futebol colombiano, que, aproveitando o poder e os votos que administra, exerce pressão, mesmo sobre seus pares, para alcançar seus interesses pessoais. E não é surpreendente, portanto, que essa figura não assuma sua responsabilidade, quando ele foi a primeira pessoa a exigir minha demissão de Ramón Jesurun (presidente da FCF)”.
A partida que desencadeou o impeachment de Queiroz foi a derrota da Colômbia por 6-1 contra o Equador em Quito. Diferentes versões apontaram que houve confrontos naquele dia no camarim; no entanto, no passado vários jogadores do 'Tricolor' se encarregaram de negá-lo. Até o ex-arqueiro espanhol, Ricardo López, assistente de Queiroz na época, falou sobre a relação que era vivida dentro do plantel:
“Eu vi uma atmosfera excepcional, realmente. Os próprios jogadores fizeram terapia de grupo. Eles se sentaram à mesa jogando uns com os outros enquanto esperavam o ônibus. Fiquei perplexo com a boa atmosfera que havia”, disse em entrevista ao Noticias RCN.
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