
O regime venezuelano anunciou na terça-feira o início de uma nova fase do programa governamental “Plan Vuelta a la Patria”, que foi lançado em setembro de 2018, para facilitar o regresso de migrantes que foram vítimas de xenofobia nos países receptores.
O Ministério das Relações Exteriores, através de um comunicado divulgado em seu site, indicou que a primeira rota desta nova etapa será o Equador, através de um voo da linha estadual Conviasa, que terá como destino o Aeroporto Internacional José Joaquín Olmedo, em Guayaquil.
Na carta, ele não esclareceu quando esse voo será do Equador e quantos venezuelanos retornarão.
O Ministério das Relações Exteriores acrescentou que, até o momento, 27.816 venezuelanos de 19 países voltaram com o “Plano de Retorno à Pátria”, que mantém “a solidariedade, a atenção e a humanidade como premissa, bem como a garantia de reintegração social através dos vários programas atualmente em execução no país.”
Em 3 de fevereiro, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, prometeu que a partir de março os voos do plano do governo triplicariam.

“Para os meses de março em diante, vamos ter uma nova fase do Plano Vuelta a la Pátria, vamos triplicar o número de voos que vamos fazer para trazer venezuelanos que já estão inscritos no plano”, disse em evento transmitido pelo canal estatal de televisão Venezolana de Televisão (VTV).
Maduro disse que os venezuelanos deixaram o país em busca de uma “melhor oportunidade econômica”, mas houve “muita discriminação, muita xenofobia que foi semeada contra a Venezuela”.
O Ministério da Segurança Nacional de Trinidad e Tobago informou em 12 de fevereiro que concluiu um processo de repatriamento de 38 migrantes venezuelanos que tentaram entrar ilegalmente no país.
Este é o segundo processo desse tipo após a repatriação, um dia antes de 35 dos 39 venezuelanos que foram presos em 6 de fevereiro após um tiroteio no qual a guarda costeira de Trinidad matou um bebê.
A Guarda Costeira justificou que disparou na tentativa de prender os migrantes e em “legítima defesa”, alegando que eles tentaram “abalroar” eles.
De acordo com a Plataforma Regional de Coordenação Interinstitucional para Refugiados e Migrantes na Venezuela (R4V), 6.041.690 pessoas deixaram o país petrolífero diante da crise que estão enfrentando, das quais 4.992.215 vivem na América Latina e no Caribe.
(Com informações da EFE)
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