A Guatemala se formou entre 1.600 policiais para reduzir a taxa de violência

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Cidade da Guatemala, 15 de março O presidente da Guatemala, Alejandro Giammattei, participou da formatura de mais de 1.600 novos oficiais da Polícia Nacional Civil na terça-feira, como parte da estratégia do governo para reduzir assassinatos e distúrbios nos países da América Central. Em uma cerimônia de formatura realizada na Academia de Polícia na parte norte da Cidade da Guatemala, o presidente admitiu que o país centro-americano “tem problemas de segurança como todos os outros”. Giammattei afirmou em seu discurso que 401 mulheres e 1.205 homens se formaram como novos membros da Polícia Nacional Civil, e que a polícia era responsável por cuidar da população. Giammattei ressaltou que, antes de se formarem, os agentes passaram por um curso de treinamento e treinamento que durou cerca de seis meses para garantir a segurança de 18 milhões de pessoas que vivem no território da Guatemala. O ministro do Interior (Ministério da Administração Interna) David Napoleon Barrientos disse que esses novos policiais foram adicionados às 1.500 pessoas que se formaram em 2021, atingindo 62,3% da meta de graduação policial estabelecida nos quatro anos deste governo. De acordo com dados oficiais, a Polícia Civil da Guatemala tem um total de 42 mil membros em 22 departamentos. O funcionário disse que, graduando-se de um novo agente, está sendo buscado reduzir a taxa de homicídios nos países da América Central, que fechou no ano passado com 16,6 mortes por 100.000 habitantes, de acordo com Barrientos. Segundo o ministro, o objetivo do governo de Giammattei é reduzir a taxa de homicídios para 8 pessoas por 100.000 pessoas na Guatemala. Barrientos afirma que os assassinatos diminuíram, mas aponta que a taxa de homicídios na Guatemala é de 28 pessoas por 100.000 habitantes, de acordo com um relatório do Grupo de Apoio ao Muto (GAM) divulgado na terça-feira. A Guatemala é um dos 20 países mais violentos do mundo, de acordo com registros recentes de organizações internacionais, com 4.078 assassinatos registrados em 2022, 16,5% a mais de 3.500 crimes registrados em 2020.