
Suas defesas o imortalizaram particularmente na Colômbia e no México, mas o resto do continente também vibrou com suas grandes atuações durante seu tempo no Sporting Barranquilla, Deportivo Cali, Pachuca e na seleção colombiana.
Por isso, o mexicano Pachuca, onde Miguel Calero viveu seus melhores anos como profissional, construirá para ele uma estátua em homenagem ao goleiro do Vallecaucano, que completaria 51 anos em 14 de abril.
O presidente do Los Tuzos, Armando Ramírez, fez o anúncio oficial durante uma coletiva de imprensa na comemoração do 'Dia Internacional do Goleiro', que foi comemorado inicialmente em 14 de dezembro, mas foi alterado para 14 de abril, dia do nascimento do goleiro do café.
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A estátua estará localizada nos arredores do Estádio Hidalgo e terá a imagem de Miguel Calero vencendo a Copa Sul-Americana que Pachuca venceu em 2006 depois de vencer o Colo Colo do Chile por 3 a 2 no Estádio Nacional de Santiago.
Da mesma forma, o líder de Pachuca revelou que a estátua gravará os nomes dos fãs que contribuem com seu dinheiro para lançar o monumento do Calero Show, como era popularmente chamado.
A estátua será exibida em dezembro deste ano, data em que se comemora o décimo sexto aniversário do título da Copa Sul-Americana em que Miguel Calero foi a grande figura de Pachuca.
Miguel Ángel Calero Rodríguez nasceu em 14 de abril de 1971, em Genebra, Valle del Cauca, desde muito jovem mostrou sua paixão pelo baile e aos 14 anos ingressou na Escola de Futebol Carlos Sarmiento Lora, e depois assinou pelo Deportivo Cali, que o emprestou ao Sporting Barranquilla.
Sua estreia como profissional foi no clube de Barranquilla em 1990 e suas excelentes demonstrações o levaram a retornar ao Sorteio do Açúcar, onde gradualmente ganhou o título graças a treinadores como Jorge Luis Pinto e a Companhia Peruana Miguel, que lhe deram o voto de confiança.
As boas atuações com a equipe de Cali permitiram que ele fizesse parte da equipe da Colômbia, que participou dos Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992, onde jogou na vitória por 4-0 contra a Espanha.
Com Fernando 'Pecoso' Castro foi coroado campeão com Cali em 1996, depois abandonaria o Superdepor para vestir a camisa do Atlético Nacional, com a qual também foi coroado campeão em 1999. Além disso, com a equipe Verdolaga, ele se tornou campeão da Copa Merconorte em 1998.
Em 2000 ele fez as malas e emigrou para o país asteca para defender as cores da Pachuca com a qual conquistou quatro títulos da liga e cinco torneios da Concacaf nos quais a Copa Sul-Americana se destaca na edição de 2006.
Ele foi internacional com a seleção da Colômbia 55 vezes e é lembrado por salvá-lo de um dos três pênaltis perdidos por Martín Palermo na partida entre Argentina x Colômbia pela fase de grupos da Copa América no Paraguai em 1999.
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