
O Ministério da Defesa está constantemente suscitando polêmica sobre as operações mais recentes das forças de segurança, cujos resultados são questionados por certos setores da sociedade civil. Nesta ocasião, veio a censura por uma captura que o ministro Diego Molano anunciou por meio de suas redes sociais e também apresentaria irregularidades.
Este é o governador do conselho da nasa de La Esperanza, Reinaldo Quebrada Quilcué. Em um vídeo, o ministro da Defesa se referiu a ele como conhecido como El Indio ou El Rey. A versão de Molano é que a captura foi registrada na área urbana do município de San Vicente del Caguán (Caquetá), juntamente com “la Sijin, la Dipol, la Dicar, em colaboração com a Procuradoria-Geral da República”.
Quebrada Quilcué será sindicalizada pelos crimes de sequestro extorsivo, promoção e financiamento do desmatamento, fabricação, tráfico e porte de armas de fogo, e financiamento da invasão de áreas especiais de importância ecológica e estratégica.
As forças de segurança e o procurador indicam que Quebrada Quilcué “participou do sequestro de um membro do Exército Nacional durante o desenvolvimento de atividades operacionais na aldeia El Triunfo, no município de San Vicente del Caguán, durante esta fase da campanha Artemis”.
Esse soldado é Juan Sebastián Bonilla Melo, que passou quatro dias preso em um assalto aos soldados que realizavam aquela operação para impedir a invasão de terras no Parque Natural Nacional Serranía del Chiribiquete, localizado entre os departamentos de Guaviare e Caquetá. Ele finalmente foi libertado em 11 de março.
Além disso, segundo Diego Molano, “essa pessoa seria o determinante do desmatamento no Parque Nacional de Chiribiquete, que vendia terras dentro do parque patrocinando a colonização e os danos ambientais. Além disso, ele patrocinou o violento protesto contra as forças de segurança, a fim de evitar essas operações contra o desmatamento da campanha Artemis.”
A Coordenação Nacional dos Povos Indígenas (Conpi) tem uma versão diferente dos fatos e divulgou isso em um comunicado ao público. De acordo com as autoridades indígenas, a Operação Artemis causou violência sistemática contra seus povos, então eles solicitaram uma reunião na terça-feira, 5 de abril, com o Vice-Ministro de Participação e Igualdade de Direitos da Colômbia, vinculado ao Ministério do Interior, Pastor Carlos Alberto Baena.
A reunião contaria com a presença de todos os líderes da região, para que Reinaldo Quebrada Quilcué também chegasse à cidade de San Vicente del Caguán. Naquela época, ele foi abordado pelas forças de segurança e capturado.
A declaração do Conpi sugere que esta é a segunda vez em seis meses que o governador do conselho é capturado arbitrariamente. A primeira ocasião foi em 18 de setembro de 2021, durante outra fase da operação Artemis. Naquela época, Quebrada foi transferida para San José del Guaviare para processá-lo.
O Conpi exige que o Presidente da República, Iván Duque Márquez, “respeite e garanta os direitos territoriais fundamentais dos povos indígenas de San Vicente del Caguán (Caquetá), ao sul de Meta e Guaviare”. Além disso, responsabilizam o Governo nacional por “qualquer ato que ponha em risco a integridade física e cultural, coletiva ou individualmente, de nossas autoridades tradicionais”.
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