
O Ministério do Comércio, Indústria e Turismo anunciou que entre 30 de maio e 8 de junho, uma delegação da Agência Alimentar de Cingapura estará na Colômbia para avaliar locais e plantas de produção de suínos em benefício das espécies suínas no país.
“Este é um avanço na estratégia de diplomacia da saúde da Colômbia liderada pelo ICA e pela Invima, com o apoio dos Ministérios do Comércio, Indústria e Turismo, Agricultura e Relações Exteriores, bem como do ProColombia, e do trabalho realizado com as autoridades de Cingapura”, explicou o portfólio e garantiu que a reunião foi realizada antes da entrada em vigor do Acordo Comercial assinado em janeiro pelo país asiático e os membros da Aliança do Pacífico, incluindo a Colômbia.
Da mesma forma, a Mincit garantiu que a carne de porco é um dos produtos com mais oportunidades no mercado colombiano e que a gestão para comercializá-la com Cingapura foi um esforço conjunto entre as carteiras de ambas as nações.
“No quadro da assinatura desse Acordo, que levaremos ao Congresso da República nos próximos dias, avançamos e avançamos no processo de admissibilidade da carne de porco para aquele destino, um produto com o qual temos enormes oportunidades. Como resultado dos esforços feitos dentro do governo e da reunião que realizei semanas atrás com meu homólogo de Cingapura, Gan Kim Yong, pudemos ter a confirmação da visita à Colômbia da autoridade de saúde daquele país para avaliar os processos de produção”, disse o ministro do Comércio, Indústria e turismo. Maria Ximena Lombana Villalba.
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De acordo com dados do portfólio comercial do país, Cingapura é um mercado que importa cerca de US $320 milhões em carne de porco do mundo todos os anos. A Colômbia, por sua vez, exportou cerca de US $74.500 em 2020, principalmente para a Costa do Marfim.
Da mesma forma, o ministério indicou que em 2021 a Colômbia exportou para Cingapura um total de US $111,7 milhões, dos quais US $5,6 milhões foram bens de energia não mineradores. Café, biscoitos doces, tabaco, remédios, flores, pitaiaiás, granadilha, banana e groselha foram alguns dos principais produtos exportados para aquele destino.
Desde 2021, as autoridades sanitárias da Região Administrativa Especial de Macau da República Popular da China autorizaram a exportação de carne suína e bovina colombiana para o seu território.
A entidade de vigilância e controlo observou que, esta conquista foi possível através do trabalho coordenado com o Departamento de Serviços de Alimentação de Macau, que foi avançado desde agosto do ano anterior, que permitiu a certificação sanitária que garante a exportação de carne nacional para esta região em o continente asiático.
“Estamos muito satisfeitos com a confirmação, por parte das entidades de saúde, da autorização para exportar carne de porco colombiana para a Região Administrativa Especial de Macau, que se torna o primeiro Estado asiático a abrir oficialmente os nossos produtos”, disse o presidente executivo do sindicato suinícola, Jeffrey Fajardo.
A Invima ressaltou que essa garantia foi possível através das ações de controle, inspeção e vigilância realizadas pela entidade, o que permitiu garantir condições sanitárias ideais para os produtos cárneos exportados.
Da mesma forma, empresas nacionais e comerciantes interessados na exportação de carne suína e bovina para esta Região Administrativa no continente asiático terão que entrar em contato com a Diretoria de Alimentos e Bebidas da Invima.
Assim, devem processar os certificados sanitários, utilizando para essa diligência os modelos estabelecidos entre as autoridades nacionais e de Macau, bem como coordenar os processos de IVC.
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