Um homem perdeu um pé depois de pisar em um explosivo no estado venezuelano de Apure

O comandante operacional estratégico, Domingo Hernández Lárez, relatou que ele é um “humilde camponês que se mudou pelo campo”. IMAGENS SENSÍVEIS

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Um camponês do estado venezuelano de Apure - na fronteira com a Colômbia - perdeu o pé esquerdo ao pisar em um dispositivo explosivo instalado, segundo o comandante operacional estratégico, Domingo Hernández Lárez, na terça-feira, por supostos “narcoterroristas colombianos”.

“Como resultado de pisar em um dispositivo explosivo instalado por narcoterroristas colombianos em nosso território, um humilde camponês, que viajava em seu trabalho diário pelo campo, perdeu o pé esquerdo, sendo ajudado por membros da FANB (Forças Armadas Nacionais Bolivarianas)”, escreveu Hernández em seu Twitter conta.

O tuíte foi acompanhado por imagens mostrando um homem deitado em uma maca com a ponta da perna enfaixada.

Em fevereiro, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, informou que pelo menos oito pessoas morreram na Venezuela devido à detonação de minas antipessoal instaladas em Apure por grupos armados originários do país andino, embora não tenha detalhado em que período esses civis morreram.

Na terça-feira, Hernández informou que as autoridades do país desmantelaram, também em Apure, um campo no qual “material de guerra” usado por “narcoterroristas colombianos” estava escondido.

De acordo com o alto comando militar, a operação foi realizada seguindo as ordens do ditador do país caribenho, Nicolás Maduro, para continuar lutando contra grupos irregulares, bem como desarmar explosivos “improvisados” e armadilhas montadas por membros de gangues que buscavam “atacar” os venezuelanos.

Seguindo ordens do comandante-em-chefe Nicolás Maduro, os explosivistas da FANB continuam a combater grupos de tancol, desarmando explosivos improvisados e armadilhas criadas pelo narcotráfico colombiano em Apure para ameaçar a vida, a liberdade e a dignidade dos venezuelanos”, explicou Hernández na rede social.

“Tancol” é uma sigla inventada pelo regime venezuelano que não se refere a nenhuma quadrilha específica e com a qual as autoridades se referem a “terroristas armados de narcotraficantes colombianos”.

(Com informações da EFE)

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