
A partir desta sexta-feira, 25 de março, Bogotá tem sua primeira Escola de Diploma, Agricultura Agroecológica Urbana e Periurbana, uma iniciativa através da qual o Distrito busca treinar agricultores urbanos de diferentes partes da cidade, a fim de fortalecer e promover a educação e a participação dos cidadãos em práticas ambientais que permitem a ecologização da capital.
O projeto, liderado pelo Jardim Botânico de Bogotá, treinará inicialmente 41 agricultores na cidade por quatro meses em três modalidades: trabalho presencial, teórico-prático, virtual e autônomo.

Conforme detalhado pela entidade, a aposta, que deve ocorrer duas vezes por ano, terá sete módulos de treinamento:
- Introdução à Agricultura Agroecológica Urbana e Periurbana.
- Projeto para a implementação sustentável de pomares com uma abordagem permacultural.
- Solo e sua fertilidade, propagação e semeadura de plantas.
- Sanidade vegetal do jardim, Colheita e pós-colheita de produtos do meu jardim.
- Empreendedorismo em Agricultura Agroecológica Urbana e Periurbana.
Com esses sete módulos, o Jardim Botânico espera que os agricultores urbanos de Bogotá possam fortalecer seus projetos agroecológicos de produção de alimentos por meio de práticas sustentáveis, contribuindo assim “para o cuidado das coberturas vegetais que garantam um ambiente saudável” e que, além disso, permitir “a mudança de hábitos alimentares e a construção do tecido social”.
As pessoas interessadas em fazer parte da primeira Escola de Agricultura Urbana de Bogotá poderão saber as datas, horários e o procedimento de inscrição, através das redes sociais e do site oficial do Jardim Botânico https://jbb.gov.co/, ou através do site da mesma entidade, Bogotá é minha jardim: https://bogotamihuerta.jbb.gov.co/.

Em outras notícias ambientais, em 25 de março, o Secretário do Meio Ambiente informou que, para continuar ecologizando Bogotá, um grupo de beneficiários do programa 'Mulheres que verdes' plantou 50 árvores nativas no Centro de Restauração Ambiental da cidade de San Cristóbal, mais conhecido como berçário. Cereja.
“Esse foi o programa com o qual me senti mais confortável, porque não sabia como era cuidar de uma árvore, plantá-la. Aprendi muitas coisas”, acrescentou Yésica Paola Cruz, outra beneficiária da iniciativa.
Segundo a Secretaria, entre as espécies plantadas no Centro de Restauração Ambiental da cidade de San Cristóbal, estão: chá de Bogotá, anjo, cajeto, mortiño, louro de cera, pegosco, amargo, hayuelo, tomatillo, corono, tuno esmeraldo e chilco.
O objetivo do programa, conforme relatado pelo Ministério do Meio Ambiente, é ajudar no enriquecimento ecológico do viveiro Cereza, um estabelecimento onde “material vegetal nativo é produzido para restaurar os ecossistemas de Bogotá”.
Atualmente, segundo a entidade, 169.000 árvores foram plantadas em Bogotá, enquanto outros 200.000 indivíduos de plantas estão sendo preparados nos viveiros Cereza, Soratama e Entrenubes, para serem plantadas em diferentes áreas da cidade.
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