Roma, 17 Mar O governo italiano anunciou esta quinta-feira o início da fase de desaceleração das medidas contra o coronavírus, em que o certificado de saúde obrigatório será eliminado gradualmente, embora o fim da máscara seja adiado. “O objetivo era voltar ao normal, reconquistar nossa vida social, reabrir a economia, fazer com que os jovens fossem à escola (...) Bem, as medidas adotadas hoje reconhecem que chegamos a isso”, disse o primeiro-ministro Mario Draghi em entrevista coletiva. Após mais de dois anos de pandemia, a Itália abolirá em 1º de abril o certificado sanitário, que demonstra vacinação ou cura, ao ar livre e a partir de 1º de maio também em inúmeros espaços fechados, anunciou o ministro da Saúde, Roberto Speranza. A Itália, o primeiro país ocidental a sofrer os estragos do vírus, com seus primeiros casos em 20 de fevereiro de 2020, enfrenta o retorno à normalidade mais parecida com os tempos pré-pandêmicos e abandonará o estado de emergência em 31 de março. O Governo decretou hoje que dispensará o comitê técnico-científico que o aconselhou na tomada de decisões e abandonará o sistema de cores com o qual todas as semanas aplicou medidas e restrições a cada região, dependendo do seu estado epidemiológico. Por outro lado, até 30 de abril, as máscaras serão mantidas em espaços fechados, com a imposição do uso de FFP2 em locais de maior exposição como meio de transporte, enquanto ao ar livre elas não são mais usadas desde 10 de fevereiro, exceto em multidões. A máscara permanecerá em vigor até o final de abril e “então o governo avaliará com base na situação”, disse Speranza. Um ponto importante é o atestado sanitário, que tem duas versões: a básica, que demonstra vacinação, cura ou que há teste negativo, e a reforçada, mais restritiva, uma vez que só é concedido aos vacinados ou curados pela COVID19. O ministro anunciou um caminho para eliminar sua obrigação com duas fases: a partir de 1º de abril não será mais necessário estar em locais ao ar livre, como terraços, e a partir de 1º de maio nem em áreas internas. Mas continuará sendo necessário até 30 de abril em transporte de longa distância, salas de jantar ou eventos esportivos ao ar livre, enquanto o reforço estará em vigor até o mesmo dia em restaurantes internos, academias, piscinas, festas e cerimônias ou discotecas. “Uma disciplina que, gradualmente, nos levará ao final do certificado de saúde a partir de 1º de maio”, comemorou Speranza. Além disso, a suspensão do emprego dos não vacinados terminará, uma sanção que permanecerá até 31 de dezembro de 2022 para o pessoal de saúde e lares de idosos. Por outro lado, a Itália encerrará a quarentena de contatos com positivos, algo do qual as pessoas vacinadas já estavam isentas. Tanto Draghi quanto seu Ministro da Saúde agradeceram o esforço feito para lidar com a pandemia e a campanha de vacinação e ressaltaram que essa fase de desaceleração dependerá da evolução do coronavírus e pode ser retificada a qualquer momento. Isso enquanto a pandemia mostra sinais de aceleração porque nas últimas 24 horas a Itália confirmou 79.895 infecções, 7.000 a mais do que ontem, elevando o saldo para 13.645.834 infecções desde o início da crise, das 157.442 morreram. CHEFE gsm/psh
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