O primeiro encontro de 'reconciliação' entre César Gaviria e o Pacto Histórico não correu como esperado

Isso, após a fórmula vice-presidencial, Francia Márquez apontou o chefe liberal para ser o líder do neoliberalismo e dividir o estado.

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Depois de vários políticos petroistas implorarem ao diretor do Partido Liberal, César Gaviria, que lhes permitisse falar por romper os laços com o Pacto Histórico, o primeiro O presidente aceitou e deu a eles uma oportunidade por telefone.

Isso foi revelado pela Blu Radio, que conversou com várias fontes da comitiva de coalizão de Gustavo Petro, que garantiu que o chefe dos liberais permanece firme em não aderir ao petrianismo no primeiro turno presidencial, após críticas da candidata a vice-presidente, Francia Márquez.

A mídia chegou a garantir que César Gaviria impôs uma condição aos representantes do petrianismo. “Ou você faz política civilizada, ou não concorda em se encontrar com absolutamente ninguém”, teria dito César Gaviria no telefonema que teve com políticos progressistas.

Essa reunião ocorre depois que o senador-eleitor daquela coalizão, Roy Barreras, anunciou que solicitará uma nomeação com Gaviria para restaurar as relações para o primeiro turno das eleições de 29 de maio.

Infobae
Candidata à vice-presidência, Francia Marquez. Foto: REUTERS/Mariano Não vimos revendas. NÃO ARQUIVOS.

Isto foi dito pelo deputado durante a manhã da última quinta-feira, 24 de março, em uma coletiva de imprensa, com a presença da candidata à vice-presidência Francia Márquez e de toda a bancada do Pacto Histórico. Gustavo Petro, candidato presidencial, estava lá para a foto, mas depois saiu.

Em seu anúncio, Barreras se desculpou pelas críticas enviadas a ele na quarta-feira por Francia Márquez, razão pela qual o chefe dos liberais se desvinculou de se juntar a Petro nas eleições presidenciais.

“César Gaviria deve ser respeitado. Os acordos são feitos com os diferentes. Todas as nossas mãos se estenderam e começamos a criar pontes. Presidente Gaviria, peço uma consulta”, disse o líder político.

No entanto, embora Barreras de alguma forma tenha repreendido a líder social por questionar Gaviria, durante a coletiva de imprensa ela garantiu que “Francia Márquez deve ser amada porque representa os mais vulneráveis”, disse a senadora, por sua vez dizendo:

Por enquanto, nada foi dito, no entanto, nesta sexta-feira soube-se que o jornalista Daniel Coronell falou com uma fonte próxima ao ex-presidente César Gaviria, que lhe disse que estaria pensando em libertar seus militantes para o primeiro turno das próximas eleições presidenciais, dado o óbvio diferenças entre os candidatos Sergio Fajardo, Gustavo Petro e Federico Gutiérrez. Em 29 de março, Gaviria se reuniria com os congressistas eleitos para propor sua ideia para que os militantes votassem como bem entendessem.

Isso porque é impossível, ou assim parece, alcançar consenso entre os senadores e representantes liberais que foram eleitos. Segundo fonte de Coronell, que se comunicou pela W Radio, nenhum dos catorze senadores que já estão segurados são apoiadores de Gustavo Petro, mas Gaviria acha que os eleitores de seu partido estariam mais com o homem do Pacto Histórico do que com Fico e, independentemente da instrução dado ou não pelo partido, os liberais estariam inclinados a votar no líder da Colômbia Humana, já que, segundo o ex-presidente, o discurso desse candidato está mais alinhado com os ideais liberais de sempre.

De acordo com a versão fonte, Gaviria acha que Petro não precisa da adesão da hierarquia liberal para vencer. Ele acredita que o apoio oficial do partido é crucial para que o candidato consiga chegar à presidência. “Não é apenas para conseguir a maioria no Congresso, é montar um gabinete preparado que dê confiança ao país e à comunidade internacional”, disse.

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