
Nos últimos cinco anos, o Brasil recebeu cerca de 702.000 imigrantes venezuelanos que fugiram da crise econômica, política, social e humanitária de seu país, mas pouco mais da metade deixou o território brasileiro para outras nações, informaram fontes oficiais nesta quinta-feira.
De acordo com um relatório do Ministério da Justiça, dos venezuelanos que entraram no Brasil de janeiro de 2017 a fevereiro de 2022 para fugir da crise em seu país, 325.763 permanecem em território brasileiro e 376.459 continuaram a viajar para outros destinos, a maioria deles de avião do Rio de Janeiro ou por terra Foz do Iguaçu, na fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina.
Entre os que permanecem no Brasil, 112.260 receberam residência temporária no país, 72.334 já obtiveram residência por tempo indeterminado e 51.538 foram reconhecidos como refugiados. Outros 93.997 apresentaram um pedido de refúgio e aguardam a resposta do Conselho Nacional de Refugiados (Conare).
O balanço também mostra que 378.567 venezuelanos receberam identificação fiscal (CPF) nos últimos cinco anos, documento que lhes garante acesso a programas de saúde, serviços públicos e trabalho.
Os números foram compilados pelo Subcomitê Federal de Acolhimento, Identificação e Deslocalização de Imigrantes, órgão chefiado pelo Ministério da Justiça e do qual entidades como a Polícia Federal e a Alfândega Federal também fazem parte.

O relatório indica que a maioria dos venezuelanos recebidos pelo Brasil são do sexo masculino (53% do total) e têm entre 30 e 59 anos (49%). Outros 30% têm entre 18 e 29 anos, enquanto os menores são iguais a 16% e os maiores de 60 anos, a minoria, a 5%.
O forte afluxo de venezuelanos ao Brasil nos últimos anos fez com que o número de estrangeiros registrados como imigrantes no país dobrasse em uma década, passando de 600.000 em 2011 para 1,3 milhão em 2020.
Do total de imigrantes registrados no Brasil nos últimos dez anos, 17,7% são da Venezuela, 15,3% do Haiti, 5,7% da Bolívia, 5,5% da Colômbia, 3,8% dos Estados Unidos, 3,6% da China e 2,8% da Argentina.
Até 2010, a maioria dos imigrantes estabelecidos no Brasil eram originários de Portugal.
De acordo com a ONU, cerca de quatro milhões de venezuelanos deixaram seu país desde o final de 2015, em um dos maiores fluxos migratórios do planeta.
(Com informações da EFE)
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